Ouro e prata perdem fôlego após máximos históricos. Bolsas europeias fecham quase inalteradas
Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta quarta-feira.
Bolsas europeias fecham quase inalteradas em dia curto e de pouco volume
As principais bolsas europeias encerraram com quedas muito ligeiras ou virtualmente inalteradas esta quarta-feira, véspera de Natal. Com as praças da Alemanha e Itália encerradas, o índice pan-europeu Stoxx600 fechou inalterado nos 588,72 pontos.
O francês CAC40 também terminou o dia nos níveis do fecho da véspera, enquanto o britânico FTSE100 cedeu 0,19%.
Em Espanha, o IBEX35 perdeu 0,06%.
A Sanofi, que anunciou a compra da norte-americana Dynavax por 2,2 mil milhões de dólares fechou a cair 0,74%, para os 81,61 euros. Já a BP, que acordou a venda de 65% da Castrol à norte-americana Stonepeak recuou 0,39%, fechando a valer 4,2585 libras.
Ouro e prata perdem fôlego após máximos históricos. Paládio afunda mais de 8%
Numa sessão mais curta e de elevada volatilidade, os metais preciosos perderam o ímpeto demonstrado durante a madrugada e manhã desta quarta-feira. Os analistas acreditam, contudo, que "os fundamentais" se mantêm válidos.
O ouro, que hoje superou pela primeira vez os 4.500 dólares por onça, cede 0,41% e negoceia nos 4.465,93 dólares por onça. Já a prata recua 0,74% para os 70,89 dólares por onça, depois de ter fixado um máximo histórico nos 72,70 dólares.
As maiores quedas, contudo, pertencem à platina e ao paládio, com a primeira a perder 4,84% para 2.179,02 dólares por onça e o segundo a afundar 8,62% para 1.697,43 dólares por onça.
Euro cede ligeiramente face ao dólar
A moeda única europeia recua de forma ligeira perante a rival norte-americana esta quarta-feira, com a "nota verde" a beneficiar da convicção de que a Reserva Federal (Fed) poderá adiar novos cortes nas taxas de juro após os dados robustos do crescimento da economia dos EUA no terceiro trimestre. O euro cede 0,14% para 1,1779 dólares.
A moeda da Zona Euro cai 0,44% em relação à divisa nipónica, cotando nos 183,43 ienes, e desliza 0,03% perante a moeda britânica, para as 0,8723 libras esterlinas.
O dia está a ser marcado por uma atividade reduzida devido à época natalícia.
Petróleo estabiliza com tensões geopolíticas a suportar preços
Os preços do "ouro negro" seguem com ligeiras subidas esta quarta-feira, véspera de Natal, com as tensões geopolíticas a servirem de suporte face aos receios de um excesso de oferta de crude.
As preocupações com disrupções no fornecimento de petróleo da Venezuela e Rússia estão a dar um apoio aos preços do crude, com o barril de Brent, referência para a Europa, para entrega em fevereiro a subir 0,18% para os 62,49 dólares.
Em Nova Iorque, os contratos de fevereiro do West Texas Intermediate (WTI) ganham 0,38%, negociando nos 58,58 dólares por barril.
Wall Street abre inalterada em véspera de Natal
As bolsas de Nova Iorque arrancaram a sessão, mais curta, da véspera de Natal praticamente inalteradas. O Dow Jones valoriza 0,07%, para os 48.476,10 pontos, enquanto o índice de referência S&P 500 sobe 0,02% para os 6.911,34 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite desliza 0,06%, até aos 23.548,24 pontos.
Antes da abertura foram divulgados os novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, que diminuíram em 10 mil na semana passada, quando os analistas antecipavam que se mantivessem estáveis nos 224 mil.
Num dia de volume de negociação reduzido, a Dynavax, biotecnológica produtora de vacinas, dispara 38,59% para 15,42 dólares após a Sanofi ter acordado comprar a empresa oferecendo 15,5 dólares por ação.
Taxa Euribor desce a seis e 12 meses e mantém-se a três meses
A taxa Euribor desceu hoje a seis e a 12 meses e manteve-se a três meses.
A taxa a três meses manteve-se nos 2,018% de terça-feira e permaneceu abaixo das taxas a seis (2,119%) e a 12 meses (2,259%).
A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, desceu hoje, ao ser fixada em 2,119%, abaixo dos 2,131% de terça-feira.
No mesmo sentido, no prazo de 12 meses, a taxa Euribor recuou 0,006 pontos face à véspera, para 2,259%.
As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário e a sua evolução está relacionada com as taxas diretoras do Banco Central Europeu (BCE).
Em Portugal, a Euribor a 12 meses, que foi a mais utilizada durante quase dois anos, até abril, representou, em outubro, 35,6% do montante das novas operações com taxa variável, enquanto a Euribor a três meses subiu para 5,7%. As operações com Euribor a seis meses representaram mais de metade (55,6%).
Em termos do 'stock' total de empréstimos à habitação, a Euribor a seis meses representava 38,5%, a Euribor a 12 meses 31,8% e a três meses 25,2%.
Na passada quinta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas diretoras, de novo, pela quarta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou este ciclo de cortes em junho de 2024.
A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 04 e 05 de fevereiro de 2026, em Frankfurt, Alemanha.
Euro cede ligeiramente face ao dólar
A moeda única europeia recua de forma ligeira perante a rival norte-americana esta quarta-feira, com a "nota verde" a beneficiar da convicção de que a Reserva Federal (Fed) poderá adiar novos cortes nas taxas de juro após os dados robustos do crescimento da economia dos EUA no terceiro trimestre. O euro cede 0,14% para 1,1779 dólares.
A moeda da Zona Euro cai 0,44% em relação à divisa nipónica, cotando nos 183,43 ienes, e desliza 0,03% perante a moeda britânica, para as 0,8723 libras esterlinas.
O dia está a ser marcado por uma atividade reduzida devido à época natalícia.
Petróleo estabiliza com tensões geopolíticas a suportar preços
Os preços do "ouro negro" seguem com ligeiras subidas esta quarta-feira, véspera de Natal, com as tensões geopolíticas a servirem de suporte face aos receios de um excesso de oferta de crude.
As preocupações com disrupções no fornecimento de petróleo da Venezuela e Rússia estão a dar um apoio aos preços do crude, com o barril de Brent, referência para a Europa, para entrega em fevereiro a subir 0,18% para os 62,49 dólares.
Em Nova Iorque, os contratos de fevereiro do West Texas Intermediate (WTI) ganham 0,38%, negociando nos 58,58 dólares por barril.
Wall Street abre inalterada em véspera de Natal
As bolsas de Nova Iorque arrancaram a sessão, mais curta, da véspera de Natal praticamente inalteradas. O Dow Jones valoriza 0,07%, para os 48.476,10 pontos, enquanto o índice de referência S&P 500 sobe 0,02% para os 6.911,34 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite desliza 0,06%, até aos 23.548,24 pontos.
Antes da abertura foram divulgados os novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, que diminuíram em 10 mil na semana passada, quando os analistas antecipavam que se mantivessem estáveis nos 224 mil.
Num dia de volume de negociação reduzido, a Dynavax, biotecnológica produtora de vacinas, dispara 38,59% para 15,42 dólares após a Sanofi ter acordado comprar a empresa oferecendo 15,5 dólares por ação.
Bolsas europeias maioritariamente em alta em dia morno
As principais bolsas europeias negoceiam sem grandes oscilações na sessão mais curta da véspera de Natal. O índice pan-europeu Stoxx600 sobe 0,03%, para os 588,88 pontos.
O alemão DAX e o italiano FTSEMib estão encerrados, enquanto o parisiense CAC sobe 0,09%.
No país vizinho, o IBEX35 segue inalterado, ao passo que em Amesterdão o AEX ganha 0,09%. O londrino FTSE100 cede 0,16%.
Entre os movimentos do mercado, a Sanofi perde 0,29%, para os 81,98 euros, após a farmacêutica francesa ter anunciado um acordo para a compra por cerca de 1,87 mil milhões de euros da fabricante de vacinas norte-americana Dynavax.
Petróleo avança cerca de 0,5% com tensões entre Washington e Caracas
Os preços do petróleo sobem em torno de 0,5% esta quarta-feira, com o mercado a avaliar as tensões entre os EUA e a Venezuela depois de ontem Washington ter apreendido mais um petroleiro com crude venezuelano e da reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU sobre o tema.
O barril de Brent para entrega em fevereiro ganha 0,50%, para os 62,69 dólares.
Já os contratos de fevereiro do West Texas Intermediate (WTI) sobem 0,55%, negociando nos 58,69 dólares por barril.
Iene ganha força face a dólar e euro
A moeda japonesa está a valorizar perante as rivais dos EUA e da Zona Euro, impulsionada pelas indicações de que Tóquio deu "carta branca" à ministra das Finanças para poder intervir no mercado cambial de forma a valorizar a moeda nacional, que negociava segunda-feira perto de mínimos em relação a outras divisas - mesmo depois de o Banco do Japão ter subido as taxas de juro para máximos de três décadas na sexta-feira.
O euro cede 0,29% para 183,70 ienes, enquanto o dólar perde 0,17% para os 155,96 ienes.
A moeda única europeia recua igualmente 0,08% perante a "nota verde", negociando nos 1,1785 dólares.
Ouro bate novo recorde e ultrapassa pela primeira vez os 4.500 dólares
O ouro atingiu hoje um novo recorde, ultrapassando os 4.500 dólares por onça pela primeira vez, impulsionado pelo risco geopolítico do conflito entre EUA e Venezuela, e perspetivas de redução dos juros pelo banco central norte-americano.
O metal amarelo, valor refúgio por excelência, subiu para 4.519,78 dólares por onça, com o preço a disparar mais de 70% desde o início do ano.
Este novo aumento insere-se numa valorização mais geral dos preços dos metais: a prata e o cobre também atingiram novos máximos na terça-feira, enquanto a platina registou o seu valor mais alto desde maio de 2008, valorizando mais de 110% desde o início do ano, consideravelmente acima da apreciação do ouro.
Estes movimentos podem ser explicados, em parte, pelo agravamento dos riscos geopolíticos entre Washington e Caracas, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter afirmando na segunda-feira que seria "sensato" para o seu homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, deixar o poder, e da reunião de emergência do Conselho de Seguranças das Nações Unidas sobre a Venezuela esta terça-feira, onde Rússia e China condenaram a pressão militar e económica exercida sobre a Venezuela pelos Estados Unidos, que alegaram estar a proteger o "seu hemisfério".
Paralelamente, os investidores antecipam novas reduções das taxas de juro pela Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) em 2026, após dados recentes que refletem um enfraquecimento do mercado de trabalho norte-americano e um abrandamento da inflação na maior economia do mundo.
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