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Ao minuto22.06.2020

Europa não resiste ao aumento de casos de covid-19. Petróleo sobe e juros caem

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Reuters
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22.06.2020

Europa não resiste a acumular do aumento de casos de covid-19

As principais praças europeias alinharam-se em terreno negativo num dia em que o aumento do número de casos de covid-19 voltou a pesar nas contas dos investidores.

 

A perspetiva de uma recuperação económica rápida – em "V" – sai novamente abalada face ao aumento de infetados com o novo coronavírus. Apesar de o surto que relançou preocupações no fim-de-semana passado, na China, parecer controlado, os números têm disparado noutras localizações, de que são exemplo potências como os Estados Unidos, a Alemanha e a Austrália. Este contexto pode atrasar o desejado retorno à normalidade e a retoma económica.

 

O agregador das 600 maiores cotadas da Europa, o Stoxx600, recuou 0.74% para os 363,77 pontos, depois de ter terminado a semana passada com um saldo positivo de 3,22%. Em destque pela negativa estão as alemãs Lufthansa e Wirecard. A companhia aérea já afundou 10,71% em bolsa uma altura em que o principal acionista, a empresa Heinz-Hermann Thiele, pôs em causa a aprovação do plano de resgate do governo alemão de 9 mil milhões de euros, o que pode ditar o fim da empresa. Por sua vez, a firma de pagamentos Wirecard veio assumir que os 2 mil milhões de ativos que a auditora EY apontou como desaparecidos da folha de balanço, podem mesmo nunca ter chegado a existir, sendo que representavam cerca de um quarto do mesmo balanço.

 

Os setores que mais perdem são contudo as telecomunicações, o petróleo e gás e a banca, por esta ordem.

 

Paris, Londres, Frankfurt, Madrid e Lisboa cedem todas acima de 0,5%, com as praças da Península Ibérica a superarem mesmo a fasquia do 1%.

22.06.2020

Juros da Zona Euro em queda. Portugal ainda acima de Espanha

Os juros da dívida dos países da Zona Euro caíram nesta primeira sessão da semana, num dia em que os juros a dez anos de Espanha caíram novamente abaixo dos de Portugal. 

A taxa de referência para Portugal caiu 2,1 pontos base para os 0,484%, enquanto que os juros de Espanha perderam 3,1 pontos base para os 0,458%. 

Na Alemanha, que serve de referência para o bloco central, os juros a dez anos caíram 2,2 pontos base para os -0,440%. 

22.06.2020

Ouro em máximos de maio deste ano

Com os receios de uma segunda vaga a trazer de volta a preocupação para os mercados de ações, os investidores procuram ativos mais seguros.

O ouro, sendo um ativo considerado refúgio, que beneficia com a turbulência nos mercados de ações, segue hoje em máximos de 18 de maio deste ano e muito próximo dos valores registados há cerca de sete anos. 

O metal precioso fechou a sessão europeia a ganhar 0,85% para os 1.758,74 dólares por onça. 

22.06.2020

PSI-20 recua mais de 1% com CTT a caírem 4%

A bolsa nacional fechou a primeira sessão da semana em queda, com o índice nacional a quebrar 1,06% para os 4.414,20 pontos. A pressionar estiveram 15 cotadas, enquanto apenas uma subiu a terreno positivo e duas permaneceram inalteradas. 

No Velho Continente o sentimento é negativo num dia em que as notícias de novos casos de covid-19 abalam a confiança dos investidores quanto à velocidade da recuperação económica. O dia 21 de junho foi um dia recorde no aumento do número de casos, avisou a Organização Mundial de Saúde. Há um reforço do número de infetados nos Estados Unidos, em particular na Florida, na Alemanha e também na Austrália. 

Na Europa o dia fica ainda marcado pelo encontro bilateral, por videoconferência, entre a União Europeia e a China, no qual ambas as partes vão debater o seu relacionamento futuro. 

Em Lisboa, os CTT lideraram as perdas, com uma queda de 3,89% para os 2,10 euros. Esta é a quarta sessão consecutiva no vermelho, o que coloca a cotada em níveis do primeiro dia de junho. 

22.06.2020

Petróleo sobe, mas receios em torno da covid-19 travam ganhos maiores

OPEP e aliados decidem esta semana a extensão do corte de produção do petróleo.

O "ouro negro" negoceia em alta nos principais mercados internacionais, se bem que os receios quanto ao coronavírus impeçam subidas mais significativas.

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho (cujo contrato expira hoje) avança 0,53% para 39,96 dólares por barril.

Já o contrato de agosto do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, valoriza 1,04% para 42,63 dólares.

A matéria-prima está a ser sustentada pela redução da oferta por parte de grandes produtores, mas os receios de um aumento das infeções por covid-19 em todo o mundo estão a travar maiores ganhos, já que, nesse caso, a procura de combustível voltaria a cair por força de novos confinamentos.

A Coreia do Sul disse hoje, pela primeira vez, que está perante uma segunda vaga do coronavírus.

Por outro lado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reportou ontem uma subida recorde no número de casos a nível global, com os maiores aumentos a provirem da América do Norte e do Sul.

22.06.2020

Euro ganha terreno ao dólar. Libra sobe com olho no Brexit

As duas maiores moedas da Europa terminaram a sessão a valorizar face ao rival dólar dos Estados Unidos, naquele que foi o primeiro ganho da moeda única da União Europeia face à divisa do outro lado do atlântico. 

O euro ganhou 0,72% para os 1,1258 dólares. 

Na mesma linha, a libra esterlina apreciou 0,76% para os 1,2444 dólares recuperando de um mínimo de três semanas, com esperanças num acordo atempado pelos últimos pormenores do Brexit com o bloco central. 

22.06.2020

Ganhos no retalho e saúde travam perdas na Europa

Depois de ter começado o dia com uma queda na ordem dos 1%, o pan-europeu Stoxx 600 - que reúne as 600 maiores cotadas no "velho continente" - conseguiu aligeirar as perdas ao longo da sessão, com apoio do setor do retalho e também da área da saúde.

Por esta altura, o índice de referência europeu recua 0,20% para os 364,73 pontos, com as principais praças europeias a oscilarem entre uma perda de 0,9% em Lisboa e um ganho de 0,3% em Atenas, na Grécia. 

Ainda assim, os investidores continuam de pé atrás, com receio de um descontrolo da atual pandemia, após os novos casos de infetados com covid-19 continuarem a subir em grande parte do mundo.  

22.06.2020

Juros de Portugal a 10 anos acima dos de Espanha

Os juros das dívidas públicas dos países que o integram a área do euro seguem sem rumo definido. No caso da dívida soberana de Portugal com maturidade a 10 anos, a taxa de juro associada a estas obrigações sobe 0,8 pontos base para 0,509%, na segunda subida consecutiva.

Já a "yield" correspondente aos títulos soberanos de Espanha com prazo a 10 anos alivia ligeiros 0,1 pontos base para 0,483%, a terceira descida seguida que permite aos juros espanhóis nesta maturidade negociarem em mínimos de 12 de março.

A "yield" espanhola está também abaixo da contrapartida exigida pelos investidores para adquirirem dívida portuguesa no mercado secundário.

Já no caso da dívida alemã, que serve de referência para a Zona Euro, a "yield" associada às "bunds" a 10 anos segue inalterada nos -0,422.

22.06.2020

Brent sobe com expectativa de reforço da procura

O preço do petróleo transaciona em direções contrários em Londres e em Nova Iorque. Enquanto na capital inglesa o Brent do Mar do Norte, utilizado como valor de referência para as importações nacionais, soma 0,26% para 42,30 dólares por barril (terceira valorização seguida), nos Estados Unidos o West Texas Intermediate (WTI) cai 0,25% para 39,65 dólares por barril.


A subida do Brent acontece numa fase em que os investidores tentam medir os sinais de retoma da procura pela matéria-prima face à evolução da covid-19 numa altura em que se regista um relevante crescimento do número de novos infetados.

A organização dos países exportadores de petróleo e respetivos aliados (OPEP+) vê sinais de recuperação na procura pelo ouro negro, o que também se fica a dever à reabertura gradual das economias que se vai assistindo um pouco por todo o globo. Por outro lado, o corte à produção acordado pela OPEP+ deverá ser um fator adicional de normalização do preço do crude.

Em sentido inverso, o surgimento de novos casos, em especial na Califórnia, agrava o receio quanto a uma segunda vaga da pandemia, o que ajuda a explicar a atual desvalorização do WTI.

22.06.2020

Euro sobe após quatro quedas contra o dólar

A moeda única europeia aprecia 0,26% para 1,1195 dólares naquela que é a primeira valorização do euro contra o dólar em cinco sessões.


Por seu turno, a divisa norte-americana deprecia nos mercados cambiais numa altura em que há um agravamento na evolução da pandemia nos Estados Unidos, em particular depois de as autoridades do estado da Califórnia terem reportado um novo número recorde de novos infetados.

22.06.2020

Reagravamento da pandemia derruba bolsas

As bolsas registaram uma recuperação acentuada em abril. O índice PSI-20 subiu mais de 5%, o melhor mês em mais de um ano.

As principais bolsas do velho continente começaram a semana a negociar em terreno negativo com o aumento do temor quanto a um descontrolo da pandemia, sobretudo no decurso do aumento de casos confirmados de covid-19 verificado na Alemanha, mas também na sequência dos desenvolvimentos em países como os Estados Unidos, a Austrália e até mesmo a China.

Assim, o índice de referência europeu Stoxx600 abriu a sessão desta segunda-feira, 22 de junho, a perder 0,99% para 361,85 pontos, com todos os setores em queda e as maiores perdas a serem registadas nos setores do turismo e da banca.

O lisboeta PSI-20 não escapou à tendência ao começar o dia a cair 1,04% para 4.415,07 pontos, em especial penalizados pelas quedas em torno de 1,5% do BCP e da Galp Energia.

A Bloomberg escreve que o sentimento dos mercados continua a ser determinado pelos desenvolvimentos relacionados com a pandemia, pelo que quaisquer sinais de recuo nos processos de desconfinamento em curso ao nível nacional repercurte-se negativamente na confiança dos investidores.

22.06.2020

PSI-20 segue perdas da Europa com BCP e Galp a caírem mais de 1%

A bolsa nacional iniciou a semana no vermelho, em linha com o comportamento das praças europeias, numa altura em que cresce os receios dos investidores com o aumento de casos covid-19 em várias regiões.

O PSI-20 desce 0,88% para 4.422,15 pontos, com 14 cotadas em alta, duas em queda e outras duas sem variação. Nas praças europeias os índices caem já mais de 1%.

A Galp Energia é a cotada que mais pressiona o PSI-20 numa sessão em que o petróleo também está em terreno negativo. As ações da petrolífera descem 1,33% para 10,795 euros. Ainda no setor energético a EDP desce 0,49% para 4,224 euros.

O BCP também pressiona o PSI-20, com uma queda de 1,57% para 0,1127 euros.

 

22.06.2020

Ouro avança para perto de máximos de 2012

O ouro está a beneficiar do seu estatuto de refúgio, com a cotação do metal precioso a ganhar terreno pelo segundo dia consecutivo numa sessão em que os investidores voltam a mostrar cautela com os dados que apontam para um aumento da propagação da pandemia da covid-19 em várias geografias, o que pode colocar em perigo a recuperação da economia mundial.

 

Depois de ter valorizado mais de 1% na sexta-feira, o ouro está a ganhar 0,44% para 1.751,49 dólares a onça em Londres, tendo tocado em máximos de 18 de maio. O metal precioso negoceia já muito perto de máximos de 2012.

A prata regista um ganho mais expressivo de 1,47% para 17,88 dólares.

 

22.06.2020

Receio com aumento de casos de covid-19 marca tendência nas bolsas

As bolsas asiáticas encerraram maioritariamente em alta ligeira e os futuros do S&P500 valorizam, apesar da cautela dos investidores perante novos surtos de covid-19 em várias geografias.

 

O nipónico Topix subiu 0,2%, o australiano S&P/ASX 200 avançou 0,4% e o chinês Shanghai Composite valorizou 0,3%. Os futuros sobre o S&P500 avançam 0,7% e os futuros sobre o Euro Stoxx 50 perdem 0,7%, apontando para uma abertura em queda das bolsas europeias.

 

Nas últimas horas foram revelados mais surtos de covid-19 em vários pontos do globo, como na Austrália, Alemanha e várias regiões dos EUA, como Califórnia e Florida. Contudo, na China o surto que preocupou os mercados na semana passada parece estar a desvanecer.

A Organização Mundial de Saúde reportou um total diário recorde de 183.000 novos casos nas últimas 24 horas todo o mundo, com o Brasil e os EUA a registarem o maior número de casos. Peter Navarro, conselheiro da Casa Branca para o Comércio, disse no domingo que a administração Trump está a preparar-se para uma segunda vaga de infeções de coronavírus.

"Estamos a encher as reservas em antecipação a um possível problema no outono. Estamos a fazer tudo o que podemos, a trabalhar o melhor que conseguimos", disse Navarro à CNN. "Preparem-se -- preparem-se para o que pode acontecer. Não estou a dizer que vai acontecer, mas preparem-se."

 

"As ações permanecem tecnicamente sobrecompradas e vulneráveis a uma nova correção ou período de consolidação, mas continuamos a considerar que se trata de uma pausa numa tendência altista", diz a Bloomberg Shane Oliver, da AMP Capital Investors, alertando que o mercado permanece receoso com uma segunda onda de casos de covid-19.

 

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