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Ao minuto11.02.2021

Europa segue frenesim das tecnológicas nos EUA e soma. Juros de Itália em novo mínimo

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Wall Street viveu, nos últimos dias, alguns dos dias mais “negros” da sua história.
Lucas Jackson/Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 11 de Fevereiro de 2021 às 16:13
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11.02.2021

Europa soma alinhando no ânimo norte-americano face às tecnológicas

As principais praças europeias dividiram-se entre o verde e o vermelho, mas a grande maioria posicionou-se mesmo do lado dos ganhos.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas da Europa, o Stoxx600, subiu 0,46% para os 411,35 pontos. Frankfurt e Amesterdão também se mostraram fortes no verde, enquanto Londres e Milão se mostraram menos convictos mas ainda assim positivos. Lisboa, Madrid e Paris contrariaram, com quedas ligeiras.

No continente europeu, o grande destaque foi o setor tecnológico, que avançou mais de 2%, seguindo as pisadas do norte-americano Nasdaq, que se encaminha para novos recordes. A banca e as telecomunicações foram dos setores que mais desiludiram. No mundo empresarial, a operadora de correios britânica Royal Mail destacou-se, tendo chegado a disparar mais de 11% e terminado com um ganho de quase 5%, depois de ter divulgado um aumento significativo nas receitas relativo ao ano da pandemia.

11.02.2021

Petróleo corrige de máximos de 13 meses. Novas variantes do coronavírus pesam

Os preços do crude seguem a corrigir das fortes subidas que os colocaram no valor mais alto desde janeiro do ano passado. A pressionar estão as novas estirpes da covid-19.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em março cede 0,41% para 58,44 dólares por barril, depois de oito sessões consecutivas no verde.

 

Já o contrato de março do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,29% para 61,29 dólares. Isto depois de nove sessões a subir, naquela que foi a mais longa série de ganhos desde janeiro de 2019.

 

Ambos os crudes atingiram o valor mais alto em 13 meses nas últimas sessões, mas hoje perderam fôlego e estão a ceder terreno, uma vez que os renovados confinamentos e aparecimento de novas variantes do coronavírus reduzem a perspetiva de uma retoma significativa da procura por combustível.

 

Hoje, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) disse, no seu relatório mensal, que a procura por crude em 2021 irá recuperar de forma mais lenta do que se pensava.

 

Enquanto isso, a Agência Internacional da Energia (AIE) referiu que a oferta mundial de petróleo continua a superar a procura – mesmo com os cortes de produção da OPEP+ –  devido aos "lockdowns" decorrentes da covid-19 e à propagação das novas variantes do vírus.

11.02.2021

Juros das dívidas em queda e Itália regista novo mínimo a 10 anos

Depois de alguns dias a negociarem sem uma tendência definida, os juros das dívidas públicas dos países do bloco do euro aliviam hoje de forma expressiva.

No caso de Itália, a "yield" associada aos títulos soberanos com maturidade a 10 anos cai 4,3 pontos base para 0,459% num dia em que já negociou nos 0,457%, o valor mais baixo de sempre. Os juros italianos neste prazo têm renovado mínimos históricos ante a possibilidade de Mario Draghi, ex-presidente do Banco Central Europeu, liderar um governo de emergência nacional.

Esta quinta-feira, o Movimento 5 Estrelas, o partido com maior representação no parlamento transalpino, leva a cabo uma votação na plataforma Rousseau para que os seus membros se pronunciem sobre um eventual apoio a um executivo chefiado por Draghi. Os líderes do 5 Estrelas apelaram a um voto favorável ao economista.

Também os restantes juros negoceiam em queda, tanto das economias periféricas como da dívida de referência da moeda única (a alemã). No caso das taxas de juro referentes à dívida de Portugal e Espanha a 10 anos, assiste-se a uma queda de, respetivamente, 2,7 e 3,4 pontos base para 0,053% e 0,109%.

Já a taxa de juro relativa à dívida alemã no mesmo prazo desce 2,7 pontos base para -0,466%.

11.02.2021

Ouro em queda ligeira

O metal precioso dourado tem vindo a tirar partido de um dólar mais fraco para acumular valorizações. No entanto, ante a pequena subida do dólar na sessão desta quinta-feira, o ouro está a perder terreno pela primeira vez em cinco sessões.

Assim, a matéria-prima cede ténues 0,05% para 1.841,92 dólares por onça, isto depois de ontem Jerome Powell, líder da Reserva Federal dos Estados Unidos, ter sido parco em comentários acerca da adoção de medidas para impulsionar a taxa de inflação da maior economia mundial.

Já a platina mantém-se hoje a transacionar próximo do máximo de seis anos ontem alcançado.

11.02.2021

Euro avança para máximos de 29 de janeiro contra o dólar

A moeda única europeia voltou esta quinta-feira a negociar com ganhos face à divisa norte-americana, estando a apreciar 0,16% para 1,2137 dólares, o que coloca o euro em máximos de 29 de janeiro relativamente ao dólar.

Por seu turno, o dólar negoceia em alta ligeira no índice da Bloomberg que mede o desempenho da moeda americana contra um cabaz composto pelas principais divisas internacionais. Apesar de ténue, esta subida permite ao dólar interromper um ciclo acumulado de quatro sessões consecutivas a depreciar. 

O decurso dos processos de vacinação contra a covid-19 em toda a Europa estão a reforçar o apetite dos investidores pelo euro que, por sua vez, beneficia também da tendência de depreciação do dólar verificada ao longo das últimas semanas e sobretudo explica pela expectativa em torno da aprovação, nos Estados Unidos, de um novo plano de estímulos económicos.

11.02.2021

Wall Street volta aos ganhos

As bolsas dos Estados Unidos estão a negociar em alta esta quinta-feira, atingindo novos máximos, depois de terem sido divulgados novos dados positivos sobre o mercado de trabalho.

O índice industrial Dow Jones avança 0,30% para 31.527,10 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq valoriza 0,46% para 14.037,21 pontos. O S&P500 sobe 0,35% para 3.923,02 pontos.

Antes da abertura do mercado, foi revelado que os pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos diminuíram em 19 mil para 793 mil na semana passada, num sinal de que o mercado de trabalho está a melhorar gradualmente à medida que a vacinação prossegue no país.

Contudo, o presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, sublinhou ontem que o mercado de trabalho dos EUA ainda está longe de uma recuperação total e pediu que legisladores e setor privado apoiem os trabalhadores. Powell disse ainda que será necessário mais do que uma política monetária favorável para alcançar e manter o pleno emprego.

Depois de uma forte subida no início de fevereiro, as ações dos EUA fizeram uma pausa na quarta-feira, enquanto os investidores pesavam as implicações dos últimos dados da inflação, tendo como pano de fundo o debate sobre se mais estímulos, o lançamento da vacina e a determinação do governo para impulsionar o crescimento farão com que a economia americana sobreaqueça.

11.02.2021

Prata volta aos ganhos. Ouro em leve alta

Os metais preciosos estão a valorizar ligeiramente nesta quinta-feira, com o preço da prata a destacar-se com uma subida mais robusta.

Depois de duas sessões em queda, a prata está hoje de volta aos ganhos com uma valorização de 0,44% para os 27,14 dólares por onça.

O ouro está a subir, de forma mais tímida, 0,06% para os 1.844,13 dólares por onça.

11.02.2021

"Super Mario" continua manter juros de Itália em mínimos históricos

Os juros das dívidas públicas da Zona Euro negoceiam em queda nesta quinta-feira, com a "yield" italiana a destacar-se.

A taxa de referência transalpina cai 1,6 pontos base para 0,486%, renovando assim mínimos históricos pela terceira sessão seguida. 

A possibilidade de Mario Draghi chefiar um governo de emergência nacional continua a reforçar a confiança dos investidores, que assim baixam a contrapartida exigida para comparem dívida transalpina no mercado secundário. 

No resto da região, os juros da Alemanha caem 2,9 pontos base para os -0,468%, enquanto que os juros de Portugal e Espanha perdem 1 ponto base.

11.02.2021

Europa recupera forças com ajuda do setor tecnológico

As ações europeias abriram a sessão de hoje em leve alta, depois de terem registado quedas robustas na sessão anterior.

O Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da região - ganha 0,04% para os 409,63 pontos, mas ainda assim continua em risco de registar uma queda semanal.

Entre os setores, destaque para o grupo das empresas de tecnologia que hoje valoriza cerca de 1%, liderando os ganhos entre os pares. 

Os investidores estão menos nervosos com a questão sanitária, numa altura em que o número de novos casos de covid-19 tem registado quedas na maior parte da região. 

Agora, olham para a inflação nos EUA com alguma preocupação. O índice geral de preços no consumidor (IPC) subiu 0,3% nos Estados Unidos face ao mês anterior e 1,4% face ao mesmo mês do ano passado. 

Apesar dos números moderados de janeiro, as pressões sobre os preços devem aumentar nos próximos meses, como reflexo das expectativas de que o Congresso aprovará outro grande pacote de ajudas e de uma aceleração na procura à medida que mais pessoas forem vacinadas contra o coronavírus.

11.02.2021

Euro estável com mercado a analisar discurso de Powell

O mercado cambial segue pouco alterado esta quinta-feira, com os investidores a analisarem o discurso do presidente da Reserva Federal e a aguardarem a atualização das previsões da Comissão Europeia para a economia da Zona Euro, que serão publicadas esta manhã.

 

O euro valoriza 0,04% para 1,2123 euros e o índice do dólar desvaloriza 0,1%.

 

Jerome Powell disse ontem que a Reserva Federal dos EUA vai continuar a sustentar a economia norte-americana através de taxas de juro reduzidas e elevadas compras de ativos, enfatizando que o mercado do trabalho continua a ser prejudicado pela pandemia.

 

O presidente da Fed também repetiu o pedido de mais suporte orçamental para a economia, dizendo que a política monetária só por si não é suficiente para restabelecer o mercado de trabalho na sua força plena.

 

A subida da inflação, nos EUA e outras economias, vai pressionar os bancos centrais a aliviar o forte pacote de estímulos monetários que têm implementado para contrariar os efeitos da pandemia na economia. Os dados revelados ontem apontam para uma subida dos preços abaixo do esperado pelos economistas, sendo que Jerome Powell minimizou as pressões inflacionistas. "Deixem de recear que a inflação aumente", afirmou.

 

O Presidente dos EUA, Joe Biden, falou pela primeira vez desde que tomou posse com o homólogo da China, Xi Jinping, numa chamada em que disse ter abordado assuntos como os direitos humanos, política comercial e segurança internacional, temas que dividem os dois países, tendo também deixado em aberto a possibilidade de cooperarem nas alterações climáticas e na proliferação nuclear.

 

11.02.2021

Petróleo corrige em queda após maior ciclo de ganhos em dois anos

Os preços do petróleo estão hoje a negociar em queda, depois de terem registado a maior sequência de ganhos dos últimos dois anos, com o indicador técnico que espelha a força com que este ativo está a ser vendido justificar esta correção.

O Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - cai 0,42% para os 61,21 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) perde 0,43% para os 58,43 pontos.

O RSI (Relative strength index, ou Índice de força relativa em português), que mostra a força com que um ativo está a ser comprado ou vendido, mostra que o petróleo está "sobreaquecido" e que precisa agora de respirar antes de voltar a subir, como se verifica no gráfico abaixo. 

Ainda assim, apesar desta pausa, o "outlook" continua favorável para esta matéria-prima.

11.02.2021

Futuros mistos após dados da inflação nos EUA. Ásia com menos liquidez

Os futuros das ações europeias e dos Estados Unidos estão a negociar sem tendência definida, depois de os dados referentes à inflação norte-americana terem desiludido os investidores, numa altura em que as bolsas da China, Coreia do Sul e Japão se encontram encerradas devido a feriados.

A poucos minutos da abertura de sessão na Europa, os futuros do índice Stoxx 50 - que reúne as 50 maiores cotadas do "velho continente" - segue praticamente inalterado, enquanto que os futuros do norte-americano S&P 500 ganham 0,1%.

Durante a madrugada em Lisboa, a sessão asiática fez-se com menos liquidez do que é habitual devido ao fecho dos mercados na China, mas o índice de Hong Kong valorizou 0,5%.

O índice geral de preços no consumidor (IPC) subiu 0,3% nos Estados Unidos face ao mês anterior e 1,4% face ao mesmo mês do ano passado. 

Apesar dos números moderados de janeiro, as pressões sobre os preços devem aumentar nos próximos meses, como reflexo das expectativas de que o Congresso aprovará outro grande pacote de ajudas e de uma aceleração na procura à medida que mais pessoas forem vacinadas contra o coronavírus.

A subida da inflação, nos EUA e outras economias, vai pressionar os bancos centrais a aliviar o forte pacote de estímulos monetários que têm implementado para contrariar os efeitos da pandemia na economia. Daí que a evolução em alta dos preços esteja a ser mal recebida nos mercados, apesar de para já a tendência ser benigna.

No lado sanitário, o número diário de novos casos com coronavírus nos EUA ficou-se abaixo dos 100.000 pelo terceiro dia consecutivo, pela primeira vez desde 2 de novembro.

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