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Ao minuto17.11.2020

Pandemia quebra bolsas europeias e petróleo. Juros aliviam

Acompanhe o dia nos mercados ao minuto.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 17 de Novembro de 2020 às 17:17
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17.11.2020

Segunda vaga de covid ofusca entusiamo com vacinas mas ouro continua "flat"

O metal amarelo segue sem grande direção, a oscilar entre subidas e descidas muito ligeiras, numa altura em que os investidores balançam entre o entusiasmo perante vacinas promissoras contra a covid-19 e o endurecimento das restrições devido à segunda vaga da pandemia.

 

O ouro a pronto (spot) cede 0,18% para 1.885,20 dólares por onça no mercado londrino.

 

Já no mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro somam 0,03% para 1.887,80 dólares por onça.

 

O ouro tem estado a ser procurado como valor-refúgio numa altura em que os novos confinamentos decorrentes da pandemia estão a pesar nas economias, mas os ativos de risco, como as ações, também continuam no radar dos investidores devido às boas notícias sobre potenciais vacinas contra o coronavírus.

17.11.2020

Bolsas europeias voltam a encolher-se perante a covid-19

As principais praças europeias juntaram-se quase de forma generalizada em terreno negativo. Depois de as perspetivas de uma nova vacina terem levado os mercados a grandes subidas e até a quebrar recordes, a Europa vê esse remédio ainda num horizonte longínquo, à distância de meses, enquanto a pandemia se impõe em força no presente.

O índice que reúne as 600 maiores cotadas do Velho Continente, o Stoxx600, desceu 0,19% para os 388,99 pontos, registando-se as maiores quebras no setor do turismo.

Madrid, Lisboa, Londres e Amesterdão alinharam-se no vermelho, enquanto a praça alemã não saiu da linha de água. Jás as bolsas de Paris e Milão conseguiram distinguir-se pela positiva, se bem que com subidas marginais.

Os investidores rejubilaram no início da semana com a novidade de que a Moderna desenvolveu uma vacina com 94,5% de eficácia, depois de a Pfizer ter avançado na semana passada que também a sua vacina tem sido bem sucedida em 90% dos casos. Contudo, a distribuição só será possível dentro de alguns meses e a chanceler alemã, Ângela Merkel, relembra que a situação no país que governa "mantém-se muito severa".

"Os mercados encontram-se num momento estranho  enquanto tentam pesar as tendências de curto prazo da covid-19 e o potencial de alguns meses muito duros para a economia contra o otimismo perante os progressos nas vacinas", observam analistas da StoneX, em declarações à Bloomberg.  

17.11.2020

Juros da dívida prolongam tendência de alívio na Zona Euro

Os juros das dívidas públicas dos países do espaço da moeda única estão novamente a aliviar na sessão desta terça-feira.

No caso da taxa de juro associada à dívida de Portugal a 10 anos, a "yield" recua 2,8 pontos base para 0,044% na sexta queda consecutiva, estando assim a transacionar nos valores mais baixos desde 5 de novembro.

Já as "yields" da Espanha e da Itália com prazo a 10 anos caem pelo sexto dia para mínimos de 9 de novembro ao recuarem respetivamente 1,7 e 1,6 pontos base para 0,079% e para 0,633%.

Nota ainda para a taxa de juro referente aos títulos germânicos com a mesma maturidade, que desce 1,3 pontos base para -0,560%.

17.11.2020

Petróleo recua com aperto de restrições devido à pandemia

Os preços do petróleo vão continuar sob pressão e o crude pode voltar a valores negativos.

As cotações do "ouro negro" inverteram a tendência da manhã e seguem a perder terreno nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro recua 1,04% para 40,91 dólares por barril.

 

Já o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, cede 1,19% para 43,30 dólares.

 

Os preços estão a negociar no vermelho devido aos receios em torno do impacto de curto prazo, na procura de combustível, dos novos confinamentos decorrentes da segunda vaga de covid-19.

 

Estes receios estão hoje a sobrepor-se ao otimismo que se sentiu depois das notícias promissoras de mais uma vacina promissora contra o coronavírus.

 

Depois de na semana passada a Pfizer ter dito que a vacina que está a desenvolver em parceria com a BioNTech tem uma eficácia superior a 90%, ontem foi a vez de a Moderna divulgar que a sua vacina experimental se revelou 94,5% eficaz no combate à covid-19. A expectativa de uma vacina contra o coronavírus tem animado a matéria-prima, já que poderá ditar uma reabertura total das economias.

 

Nem a perspetiva de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (o chamado grupo OPEP+) manter o actual nível de corte de produção para lá de janeiro - decisão que vai ser tomada no final do mês - está a ser suficiente para animar a matéria-prima.

17.11.2020

PSI-20 cai mais de 1% com 15 cotadas fortes no vermelho

A bolsa nacional fechou em queda, com o índice PSI-20 a resvalar 1,37% para os 4.365,66 pontos. Quase todas as cotadas se resolveram pelo vermelho, 15 no total, deixando apenas duas a respirar no verde. 

Na Europa o sentimento está igualmente a deteriorar-se, com as cotações a recuarem de máximos de fevereiro atingidos esta segunda-feira. O entusiasmo do início da semana, que veio na sequência do anúncio de uma vacina da Moderna com quase 95% de eficácia, fica para trás. É que este "remédio" para a pandemia só deverá surtir efeito passados meses, enquanto o número de casos do vírus continua a aumentar preocupantemente. 

Por cá, o peso pesado BCP distingue-se no vermelho pela queda significativa. O banco liderado por Miguel Maya perdeu 2,27% para os 10,33 cêntimos. 

17.11.2020

Euro atinge máximo de uma semana contra o dólar

A divisa comunitária aprecia 0,19% para 1,1874 dólares na quarta sessão consecutiva contra o dólar, pelo que o euro renovou esta terça-feira o máximo de 9 novembro ontem alcançado.

Já o dólar perde terreno pelo quarto dia seguido face a um cabaz composto pelas principais moedas mundiais para negociar em mínimos de 9 de novembro.

A quebra do dólar surge depois de o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, ter admitido que os entraves colocados pelo ainda presidente Donald Trump à transição de poder poderão agravar a situação pandémica na maior economia mundial, dificultando a recuperação económica e agravando também o risco de aumento de mortes causadas pela covid-19.

17.11.2020

Vírus volta a ferir o otimismo em Wall Street mas Tesla dispara 13%

A bolsa em Nova Iorque travou o rally de que tem sido protagonista nos últimos dias. O entusiasmo permitido pelas notícias de avanços no campo das vacinas para a covid-19 é abalado pelo agravar da situação pandémica. Ainda assim, a Tesla escapa ao sentimento negativo depois de ter sido admitida num dos índices de referência.  

O generalista S&P500 cai 0,62% para os 3.604,89 pontos e o industrial Dow Jones desce 0,93% para os 29.672,63 pontos, depois de ambos terem batido recordes de fecho na última sessão. Já o tecnológico Nasdaq consegue subir hoje uns muito ligeiros 0,01% para os 11.925,72 pontos.

A notícia de que a farmacêutica Moderna conseguiu uma vacina com 94,5% de eficácia fez a bolsa em Nova Iorque, mas os investidores têm ainda a considerar o substancial aumento de casos e a dificuldade na distribuição, fatores que travam as subidas.

Ainda assim, a Tesla, que está cotada no Nasdaq, segue a disparar 12,03% para os 453,87 dólares, e já chegou a subir 13%. A impulsionar está a notícia, conhecida ontem já após o fecho, de que a fabricante automóvel foi admitida no índice S&P500, e deverá juntar-se a este grupo no dia 21 de dezembro.

17.11.2020

Renmimbi sobe para máximos de 2018. Euro e libra ganham força ao dólar

A moeda chinesa está a negociar no seu máximo em mais de dois anos nos 0,6 dólares, animada com a recuperação económica que o país está a registar.

O renmimbi  está a caminho de registar o sexto mês seguido a valorizar em novembro, naquela que é a maior série de ganhos desde 2014.

Na Europa, o euro está a apreciar 0,17% para os 1,1872 dólares e a libra ganha 0,17% para os 1,3221 dólares. 

17.11.2020

Ouro estável na ressaca do progresso da Moderna

O ouro, um ativo considerado de refúgio que tende a beneficiar quando os mercados de ações estão em queda, segue hoje a valorizar ligeiramente.

O metal precioso avança 0,1% para os 1.891,91 dólares por onça, beneficiando de um dólar mais fraco e da fuga dos investidores ao risco.

17.11.2020

Juros em queda com investidores a procurarem segurança

Os juros da dívida da Zona Euro seguem hoje em queda, espelhando a fuga dos investidores para ativos considerados mais seguros.

A taxa de referência da Alemanha cai 0,3 pontos base para os -0,500%, enquanto que os juros de Itália a dez anos perdem 0,8 pontos base para os 0,641%.

Na Península Ibérica, os juros de Portugal perdem 0,4 pontos base para os 0,068% e os de Espanha escorregam 0,2 pontos base para os 0,094%.

17.11.2020

Europa em leve correção após corrida ao risco

Os investidores estão novamente a afastar-se dos ativos de maior risco, como é o caso das ações, resistindo à euforia que os progressos que a vacina da Moderna trouxeram aos mercados no dia de ontem.

Na Europa, o índice de referência perde 0,04%, numa altura em que o aumento de casos de covid-19 em todo o mundo continua a pesar sobre o sentimento.

Entre os setores, a banca europeia é o que regista a maior queda, depois de ontem ter liderado os ganhos à boleia da possível fusão entre os espanhóis BBVA e Sabadell.

Para já, as ações francesas e italianas são as únicas que conseguem registar ganhos em todo o continente europeu.


17.11.2020

Petróleo sobe em vésperas de reunião da OPEP+

Ainda há muita oferta excedentária, mas a procura tem vindo a subir.

Os preços do petróleo estão a valorizar nesta terça-feira, com os investidores a aguardarem com otimismo pela próxima reunião da OPEP+ (Organização de Países Exportadores de Petróleo e os aliados) dentro de duas semanas, depois do sucesso da vacina da Moderna e da Pfizer terem acalmado as preocupações com a procura. 

Por esta altura, o Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - ganha 0,37% para os 43,98 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) avança 0,17% para os 41,40 dólares por barril.

Espera-se que os membros do cartel do petróleo mantenham os atuais cortes de produção em vigor, numa tentativa de impulsionar os preços da matéria-prima.

Por outro lado, a vacina da Moderna acalmou algumas da preocupações sobre a procura pela matéria-prima, que tem sido afetada pelas medidas de restrição à circulação impostas pelos governos em todo o mundo.

17.11.2020

Entusiasmo com vacina desvanece e futuros da Europa descem

Os futuros das ações europeias e norte-americanas voltam a negociar em queda na pré-abertura de sessão desta terça-feira, numa altura em que o entusiasmo vivido em torno da vacina anti-coronavírus se dissipa.

Por esta altura, os futuros do Stoxx 50 - índice que reúne as 50 maiores cotada da Europa - cai 0,6%, enquanto que os futuros do norte-americano S&P 500 perdem 0,5%.

Depois de um novo dia de euforia vivido ontem, com a Moderna a anunciar uma taxa de sucesso de 94,5% da sua vacina, os índices globais estão hoje a corrigir. A Europa foi a máximos desde fevereiro e, em Wall Street, o S&P 500 fechou num novo máximo histórico.

Durante a madrugada em Lisboa, a sessão asiática oscilou entre ganhos e perdas com as boas prestações registadas no Japão (0,2%), mas quedas na China (-0,3%).

Ainda assim, os investidores continuam a focar-se em setores que beneficiam mais com o crescimento económico, como é o caso da banca ou das petrolíferas. Por oposição, os setores mais defensivos, e que mais têm beneficiado com a atual pandemia, como é o caso da tecnologia, sofrem as maiores quedas.

Nos Estados Unidos, a fabricante norte-americana de veículos elétricos Tesla anunciou ontem, depois do fecho de sessão, que vai passar a negociar no índice S&P 500 já na sessão de 21 de dezembro próximo. A notícia fez com que a empresa disparasse mais de 13% no "after hours".

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