Europa ganha com ímpeto do luxo e do setor financeiro. Petróleo e ouro recuam
Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta terça-feira.
- Europa deve pintar-se de verde, Ásia encerra positiva
- Petróleo sobe após sessão de extrema volatilidade
- Ouro sobe à boleia de receios de uma recessão nos Estados Unidos
- Dólar sobe face ao euro com dados económicos em foco
- Juros agravam-se na Zona Euro. Olhos postos em Lagarde
- Europa inverte tendência e abre sessão com ganhos ligeiros
- Ações mistas e juros a agravar com promessa de Lagarde de mais juros
- Euribor cai a três meses e sobe a seis e 12 meses
- Wall Street abre no verde com dados económicos em foco
- Receios de novas subidas dos juros penalizam ouro
- Petróleo cai à espera de dados dos stocks nos EUA
- Política dura do BCE sustenta euro
- Juros agravam após discurso "hawkish" de Lagarde
- Europa ganha com ímpeto do luxo e do setor financeiro
Os principais índices europeus estão a apontar para uma negociação em terreno positivo, embora com ganhos ligeiros, com os investidores a avaliarem a possibilidade de algumas economias europeias estarem perto de uma recessão, numa altura em que a política monetária mais restritiva se vai refletindo na economia.
Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 sobem 0,2%.
Na Ásia, a negociação foi positiva, com Hong Kong a liderar os ganhos no retornar de expectativas de que o governo chinês possa dar mais estímulos à economia, que tem crescido menos do que o esperado.
O primeiro-ministro chinês Li Qiang, que esteve a discursar no Fórum Económico Mundial, avisou contra a politização da economia referindo que tal passo apenas serviria para fragmentar o mundo.
Já sobre a economia chinesa, o responsável, apesar de não ter anunciado medidas concretas, prometeu mais esforços para aumentar a procura. Li Qiang afirmou também que espera que o crescimento tenha acelerado no segundo trimestre face aos primeiros três meses do ano.
Na opinião de Geoffrey Lunt, analista do HSBC, os investidores precisam de voltar a ganhar confiança na China, depois de uma recuperação económica mais lenta que o esperado e potenciais estímulos podem ajudar nesse processo, concluiu em entrevista à Bloomberg.
Na China, Xangai subiu 0,9% e, em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 1,6%. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,2%, enquanto no Japão, o Topix valorizou 0,7% e o Nikkei desceu 1%.
O petróleo está a valorizar, depois de uma sessão volátil esta segunda-feira, na sequência dos eventos de rebelião na Rússia por parte do grupo paramilitar Wagner, que foram, entretanto, interrompidas, após um acordo entre presidente da Bielorrússia, Aleksandr Lukashenko e o responsável da milícia, Yevgeny Prigozhin
O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, soma 1,08% para 70,12 dólares por barril. Por seu lado, o Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,9% para 74,85 dólares.
O WTI continua, ainda assim, a caminho da sua maior queda trimestral desde 2019, particularmente devido a dificuldades na recuperação da economia chinesa e política monetária mais restritiva por parte da Reserva Federal norte-americana.
Apesar do desfecho na Rússia, os riscos geopolíticos não foram anulados, "nem por sombras", disse o analista Vishnu Varathan do Mizuho Bank, à Bloomberg.
O ouro está a valorizar ligeiramente com os investidores a avaliarem a possibilidade de taxas de juro elevadas durante mais tempo que o esperado possam levar a economia norte-americana a uma recessão.
O ouro sobe 0,21% para 1.927,32 dólares por onça.
Ainda assim, o metal está a desvalorizar 7% desde o pico registado no início de maio, com as elevadas taxas de juro da Reserva Federal dos EUA a continuarem a manter os ganhos limitados.
O dólar está a negociar em alta face ao euro, antes da divulgação de um conjunto de dados nos Estados Unidos que vão permitir compreender melhor o ciclo de aperto da política monetária da Fed.
A moeda norte-americana sobe 0,31% para 1,094 euros, ao passo que o índice do dólar da Bloomberg – que compara a força da nota verde contra outras 10 divisas – recua 0,15% para 102,536 pontos.
O mercado espera uma subida da taxas de juro de referência da Reserva Federal dos EUA em 25 pontos base em julho, sendo que a partir desse mês o caminho a seguir é menos claro.
Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro estão a agravar-se ligeiramente, com os investidores focados nas palavras da presidente do Banco central Europeu, Christine Lagarde, que vai discursando no Fórum BCE que se realiza em Sintra.
Lagarde reiterou que as taxas de juro diretores vão continuar em subir em julho e manteve que, a curto-prazo, ainda não se vê o fim do ciclo de aumentos.
A "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos, referência para a região, soma 1,5 pontos base para 2,320%, enquanto os juros da dívida pública italiana sobem 3,1 pontos base para 3,968%.
Os juros da dívida portuguesa com a mesma maturidade agravam-se 1,3 pontos base para 3%, ao passo que os juros da dívida francesa somam 1,9 pontos base para 2,853% e os da dívida espanhola avançam 2,3 pontos base para 3,291%.
Fora da Zona Euro, as rendibilidades da dívida britânica a dez anos agravam-se 2,3 pontos base para 4,314%.
Os principais índices estão a negociar com ganhos, embora ligeiros, depois de uma sessão positiva na Ásia, que está a elevar o sentimento dos investidores. Os ganhos estão a ser sustentados pelo setor da banca e "utilities" (água, luz, gás).
O índice de referência, Stoxx 600, negoceia na linha d'água e vai avançando 0,02% para 452,79 pontos, a caminho de por fim à mais longa série de quedas desde outubro, após ter registado seis sessões no vermelho.
A influenciar a negociação estão dados sobre a inflação no serviços no Reino Unido que desceu, oferecendo alguma esperança aos bancos centrais que se têm visto em dificuldades para conter a subida dos preços no país.
Os ganhos, para já ténues, nas bolsas europeias acontecem depois de o "benchmark" europeu ter registado a maior queda semanal desde meados de março, depois de um conjunto de subidas das taxas de juro de referência por parte de vários bancos centrais, que incluiu um incremento superior ao esperado pelo Banco de Inglaterra.
Os investidores devem também reagir às palavras da presidente do Banco Central Europeu, que fez o seu discurso na abertura do Fórum do BCE esta terça-feira, em Sintra, onde reiterou que os juros diretores devem continuar a subir, não havendo um fim à vista para este ciclo.
Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax soma 0,08%, o francês CAC-40 valoriza 0,18%, o italiano FTSEMIB ganha 0,27%, o britânico FTSE 100 sobe 0,15% e o espanhol IBEX 35 pula 0,42%. Em Amesterdão, o AEX regista um acréscimo de 0,3%.
Por cá, o PSI sobe 0,1%.
Os mercados financeiros já estão a incorporar as garantias da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, de que as taxas de juro na Zona Euro vão continuar a subir, encarecendo o preço do dinheiro, até que a inflação seja domada.
O Stoxx 600 seguia, minutos após as palavras, a recuar 0,15%, o francês CAC 40 perde 0,05% e o alemão DAX desliza 0,11%. Em Lisboa, o PSI desvaloriza 0,28%. As exceções são o espanhol IBEX e o neerlandês AEX que ganham 0,18%, o grego ASE, que avança 0,45% e o italiano FTSE MIB que sobe 0,12%.
A dívida portuguesa a 10 anos segue com uma "yield" a subir 0,4 pontos base para 2,99% - o aumento de menor dimensão.
A "yield" das Bunds alemãs, que servem de referência à região, avançam 0,9 pontos base para 2,314%, tal como as francesas que negociam nos 2,844%. Em Espanha e Itália os aumentos são de 1,1 pontos base para 3,279% e 1,3 pontos base para 3,951%, respetivamente.
As reações seguem-se à garantia dada por Lagarde de que as taxas de juro na Zona Euro vão voltar a subir em julho e, a curto prazo, ainda não se vê o fim do ciclo de aumentos das três taxas de juro de referência na Zona Euro, que já avançaram em 400 pontos base desde julho do ano passado.
As taxas Euribor desceram esta terça-feira a três meses e subiram a seis e a 12 meses.
A taxa Euribor a 12 meses, que atualmente é a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu hoje para 4,094%, mais 0,002 pontos, depois de ter avançado para 4,147% em 23 de junho, um novo máximo desde novembro de 2008.
Segundo dados de março de 2023 do Banco de Portugal, a Euribor a 12 meses representava 41% do 'stock' de empréstimos para habitação própria permanente com taxa variável. Os mesmos dados indicam que a Euribor a seis e a três meses representava 33,7% e 22,9%, respetivamente.
A média da taxa Euribor a 12 meses avançou de 3,757% em abril para 3,862% em maio, mais 0,103 pontos.
No prazo de seis meses, a taxa Euribor, que entrou em terreno positivo em 6 de junho de 2022, também subiu hoje, ao ser fixada em 3,915%, mais 0,007 pontos, depois de ter subido em 23 de junho até 3,933%, também um novo máximo desde novembro de 2008.
A média da Euribor a seis meses subiu de 3,516% em abril para 3,682% em maio, mais 0,166 pontos.
Em sentido contrário, a Euribor a três meses recuou hoje para 3,554%, menos 0,023 pontos e depois de ter sido fixada em 3,610% em 23 de junho, um novo máximo desde novembro de 2008.
A média da Euribor a três meses subiu de 3,179% em abril para 3,372% em maio, ou seja, um acréscimo de 0,193 pontos percentuais.
As Euribor começaram a subir mais significativamente a partir de 4 de fevereiro de 2022, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras devido ao aumento da inflação na Zona Euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022.
Na mais recente reunião de política monetária, realizada em 15 de junho, o BCE voltou a subir os juros, pela oitava reunião consecutiva, em 25 pontos base - tal como em 4 de maio - , acréscimo inferior ao de 50 pontos base efetuado em 16 de março, em 2 de fevereiro e em 15 de dezembro, quando começou a desacelerar o ritmo das subidas. Antes, em 27 de outubro e em 08 de setembro as taxas diretoras subiram em 75 pontos base. Em 21 de julho de 2022, o BCE tinha aumentado, pela primeira vez em 11 anos, em 50 pontos base, as três taxas de juro diretoras.
As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.
As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.
Lusa
Os principais índices nova iorquinos estão a valorizar esta terça-feira, com os investidores focados na divulgação de um conjunto de dados económicos que devem dar melhores perspetivas sobre o caminho de política monetária a seguir pela Reserva Federal norte-americana.
Isto, numa altura em que se aproxima o final do trimestre e semestre e os investidores estão a ajustar posições para os próximos meses.
O índice industrial Dow Jones fechou a ceder muito ligeiramente avança 0,18% para 33.773,73 pontos, ao passo que o Standard & Poor’s 500 soma 0,31% para 4.342,08 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite sobe 0,34% para os 13.380,49 pontos.
Entre os principais movimentos de mercado está a Lordstown Motors que tomba mais de 45%, depois de ter entregado, esta terça-feira, um pedido de proteção contra credores, anunciando também que vai processar a Foxconn por "danos materiais irreparáveis". "Não é pouco usual ver as tendências que têm persistido durante todo o trimestre começarem a reverter um pouco no fim do trimestre", afirmou Scott Ladner, analista da Horizon Investments, à CNBC. "O facto de as cotadas de menor dimensão estarem a ter uma boa performance e o Nasdaq estar pior é provavelmente uma reflexão no efeito de reorganização do portfólio no final do trimestre, mais do que qualquer outra coisa", concluiu.
"Não é pouco usual ver as tendências que têm persistido durante todo o trimestre começarem a reverter um pouco no fim do trimestre", afirmou Scott Ladner, analista da Horizon Investments, à CNBC.
O metal amarelo está a negociar em ligeira baixa, pressionado sobretudo pelos receios de que os principais bancos centrais mantenham durante mais tempo do que o previsto uma linha dura na sua política monetária, com novos aumentos dos juros diretores.
O ouro a pronto (spot) cede 0,29% para 1.917,29 dólares por onça no mercado londrino de metais (LME).
Já no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro recuam 0,27% para 1.918,50 dólares por onça.
Ontem, a subdiretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Gita Gopinath, advertiu na abertura do fórum do Banco Central Europeu – que decorre em Sintra até quarta-feira – que, mesmo depois de a inflação regressar à meta dos 2% (o alvo do BCE e da Fed, por exemplo), os riscos ascendentes futuros poderão obrigar a política monetária a agir mais preventivamente.
Com efeito, o FMI entende que o cenário de futuro trará sobretudo mais riscos ascendentes à inflação, com Gita Gopinath a defender que os bancos centrais poderão ser chamados a agir preventivamente e a subir taxas mesmo com a inflação abaixo de 2% devido à previsão de maiores e mais frequentes disrupções nas cadeias de abastecimento globais.
Os preços do "ouro negro" seguem a negociar em baixa nos principais mercados internacionais, numa altura em que os investidores aguardam pelos dados dos inventários norte-americanos de crude relativos à semana passada.
Esta terça-feira a associação comercial norte-americana American Petroleum Institute (API) vai revelar os volumes das reservas de crude no país na semana terminada a 23 de junho. Amanhã será a vez de serem conhecidos os números oficiais da Administração de Informação em Energia (IEA, na sigla original, que está sob a tutela do Departamento norte-americano da Energia).
O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, segue a ceder 0,32% para 69,15 dólares por barril.
Por seu lado, o Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,27% para 73,98 dólares.
O Brent para entrega a seis meses está em backwardation, estrutura que se verifica quando os preços dos contratos a mais curto prazo são superiores aos dos contratos para datas mais distantes. No entanto, este backwardation está a rondar mínimos de março, o que indica que há menos receios de um aperto da oferta.
Em contrapartida, o Brent para entrega a dois meses está com a estrutura oposta, chamada de contango – que é quando os contratos de futuros têm preços superiores aos de entrega imediata ou de mais curto prazo. Significa isto que os operadores consideram que neste momento o mercado está ligeiramente sobreabastecido – cenário que talvez mude em julho, quando a Arábia Saudita retirar mais um milhão de barris por dia à sua oferta (mas tudo dependerá também do nível da procura). O facto de haver um contango quer dizer que a procura está fraca face à oferta.
O euro está a ganhar terreno face à nota verde, com a perspetiva de uma continuação das subidas de juros por parte do Banco Central Europeu (BCE) a dar força à moeda única - que segue a somar 0,41% para 1,0949 dólares.
"O euro está um pouco mais forte em relação ao dólar, provavelmente um pouco ajudado pelos comentários 'hawkish' do BCE desta manhã", disse Francesco Pesole, estratega de câmbio do ING, à Reuters.
O governador do banco central da Letónia, Martins Kazaks, declarou no forum do BCE, que está a decorrer em Sintra, que o banco central irá provavelmente continuar a aumentar as taxas de juro depois de julho.
Também a presidente do BCE não pôs a hipótese de parar com as subidas, referindo que a política monetária continuará a ser decidida a cada reunião e que estará sempre vinculada aos dados macroeconómicos.
Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro agravaram-se nesta segunda-feira, depois de a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, ter dito que o pico das taxas de juro ainda é desconhecido.
A "yield" das Bunds alemãs a dez anos – referência para o mercado europeu – avançou 4,6 pontos base para 2,351%.
Os juros da dívida portuguesa com vencimento em 2033 recuaram 3,1 pontos base para 3,018%. Já a "yield" das obrigações espanholas com a mesma maturidade subtraíu 3,8 pontos base para 3,306%.
Por seu lado, as rendibilidades da dívida italiana a dez anos aliviaram 2,9 pontos base para 3,967%.No fórum do BCE, realizado em Portugal, Christine Lagarde indicou que o nível das taxas terá de ser continuamente reavaliado ao longo do tempo devido à incerteza sobre a persistência da inflação. "Nestas condições, é improvável que no futuro próximo o banco central seja capaz de declarar com total confiança que o pico das taxas foi alcançado", rematou.
As bolsas europeias fecharam em alta, sustentadas sobretudo pelas ações do setor financeiro e pelas cotadas do segmento de luxo, com os investidores a apostarem em novos estímulos na China. Já os comentários menos otimistas da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, contribuíram para travar os ganhos.
O Stoxx 600, índice europeu de referência, encerrou a somar ligeiramente, com uma subida de 0,091% para 453,09 pontos. Apesar de a valorização não ter sido expressiva, foi o suficiente para impedir que registasse a mais longa série de quedas desde fevereiro de 2018 – que era o que teria acontecido se hoje tivesse fechado em baixa, pois seria a sétima sessão consecutiva no vermelho.
O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, disse hoje que o crescimento económico do país no segundo trimestre será superior ao dos primeiros três meses do ano e que deverá alcançar a meta anual de crescimento de cerca de 5%.
Estes comentários trouxeram algum alívio aos investidores que nos últimos dias se revelaram preocupados com o facto de a China ter cortado os juros diretores menos do que o esperado. Isto numa altura em que a instabilidade política na Rússia – depois de um motim abortado por parte do grupo de mercenários Wagner – também suscitar receios.
"Os mercados estão à espera que os dados económicos da China melhorem ou que, caso isso não aconteça, que o governo aumente os estímulos à economia", comentou à Reuters o principal analista de mercados da HYCM, Giles Coghlan.
O setor financeiro teve o maior impulso na sessão europeia de hoje, devido aos ganhos de instituições financeiras expostas à China, como o banco HSBC e a seguradora Prudential Plc.
Já as gigantes do luxo, como a LVMH e a Richemont, que também têm exposição à China, registaram subidas entre 0,6% e 1,2%.
Em contrapartida, as declarações "hawkish" de Lagarde, que diz não saber qual será o pico dos juros na Europa, travaram maiores ganhos nas bolsas do Velho Continente.
Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax somou 0,21%, o francês CAC-40 valorizou 0,43%, o italiano FTSEMIB avançou 0,58%, o britânico FTSE 100 avançou 0,11% e o espanhol IBEX 35 pulou 1,28%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,40%.
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