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Receios de recessão na Zona Euro atiram Europa para o vermelho

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta segunda-feira.

wall street, bolsas, nyse, traders, operadores
wall street, bolsas, nyse, traders, operadores Brendan McDermid/Reuters
06 de Novembro de 2023 às 17:41
Futuros da Europa inalterados. Ásia soma quarto dia de ganhos
Futuros da Europa inalterados. Ásia soma quarto dia de ganhos

Os principais índices europeus estão a apontar para uma abertura praticamente inalterada, numa altura em que os investidores se centram nos resultados das empresas referentes ao terceiro trimestre, bem como no caminho de política monetária a seguir pelos bancos centrais.

Na Ásia, a sessão foi positiva, com o índice agregador das praças da região, o MSCI Asia Pacific, a subir pela quarta sessão consecutiva.

A registar os maiores ganhos estiveram os índices coreanos, depois do regulador dos mercados do país ter proibido o "short-selling" até junho de 2024 para melhorar "ativamente" as regras e os sistemas da bolsa do país.

Os principais índices asiáticos têm registado ganhos este mês, em linha com os seus pares norte-americanos, à medida que a narrativa de taxas de juro elevadas durante mais tempo vai perdendo força e a confiança nas medidas de estímulo para a economia chinesa vai aumentando.

Em Hong Kong e na China continental os índices valorizaram depois de o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, ter prometido novas medidas de apoio à economia, que incluem aumentar as importações e proteger "os direitos e os interesses dos investidores estrangeiros".

Pela China, Hong Kong valorizou 1,75% e Xangai somou 0,91%. No Japão, o Topix arrecadou 1,64% e o Nikkei subiu 2,37%. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 5,66%.

Petróleo avança com Arábia Saudita e Rússia a manterem cortes na produção até ao final do ano
Petróleo avança com Arábia Saudita e Rússia a manterem cortes na produção até ao final do ano

Os preços do petróleo estão a valorizar depois de a Arábia Saudita e da Rússia terem reafirmado que vão manter os cortes-extra na produção e fornecimento desta matéria-prima em mais de um milhão de barris diários até ao final do ano.

Os investidores estão também a avaliar a possibilidade de novas sanções dos Estados Unidos ao petróleo proveniente do Irão, um dos dez maiores produtores de crude do mundo.

O West Texas Intermediate (WTI) – negociado em Nova Iorque – soma 0,99% para 81,31 dólares por barril. Por sua vez, o Brent do Mar do Norte – referência para as importações europeias – sobe 0,86% para 85,62 dólares por barril.

A Arábia Saudita revelou que ia manter o corte voluntário de um milhão de barris diários em dezembro, mantendo a produção em cerca de nove milhões de barris por dia. Já a Rússia revelou que vai manter o corte de 300 mil barris diários. Ambas as decisões eram esperadas pelo mercado.

Numa nota, os analistas do ING, citados pela Bloomberg, estimam que o mercado esteja em excedente no primeiro trimestre do ano, "o que poderá ser suficiente para convencer os sauditas e os russos a manterem os cortes atuais".

Ouro desvaloriza com investidores com maior apetite pelo risco
Ouro desvaloriza com investidores com maior apetite pelo risco

O ouro está a desvalorizar, depois de ter chegado a tocar o patamar dos 2.000 dólares por onça na passada sexta-feira. Os investidores estão a retornar aos ativos de maior risco, apesar da incerteza em torno da guerra em Israel.

O ouro recua 0,35% para 1.985,67 dólares por onça.

A subida das "yields" da dívida norte-americana está também a penalizar o metal amarelo, uma vez que este produto rende juros ao contrário do metal.

"O principal fator que vai influenciar o ouro no curto-prazo vai ser as 'yields' do tesouro norte-americano a dez anos... se começarmos a ver uma subida das 'yields', o ouro poderá quebrar o nível psicológico perto dos 1.974 dólares", disse à Reuters o analista Kelvin Wong da OANDA.

Dólar segue em baixa após registar pior semana desde julho
Dólar segue em baixa após registar pior semana desde julho

O dólar está a negociar ligeiramente em baixa contra as principais divisas rivais, numa altura em que os investidores apontam para que a "nota verde" continue a desvalorizar, depois de a Reserva Federal ter reduzido a sua retórica mais "hawkish".

O dólar desvaloriza 0,18% para 0,9302 euros, enquanto o índice do dólar da Bloomberg – que compara a força da nota verde contra um cabaz de outras divisas – recua 0,09% para 104,925 pontos, depois de ter caído mais de 1% na semana passada, a maior queda desde meados de julho.

"Os pilares do dólar desapareceram, mas não completamente e podem reemergir no médio-prazo e apoiar uma subida do dólar", escreveram analistas do JP Morgan, numa nota a que a Reuters teve acesso.

Adicionalmente, além de mais dados que comprovem uma desaceleração económica nos Estados Unidos, os analistas do banco norte-americano indicam que para um "sell-off" sustentado do dólar a economia precisa de mostrar maior crescimento em regiões como a Europa e os Estados Unidos.

Juros agravam-se na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro estão a agravar-se esta segunda-feira, com os investidores a avaliarem os dados das encomendas às fábricas na Alemanha, que subiram inesperadamente em setembro e que mostram maior robustez na maior economia da Zona Euro.

Os investidores estão ainda centrados nos discursos de vários membros do Banco Central Europeu.

A "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos, referência para a região, soma 5 pontos base para 2,691%, enquanto os juros da dívida portuguesa avançam 3,1 pontos base para 3,325%.

A rendibilidade da dívida espanhola acresce 5,3 pontos base para 3,730%, os juros da dívida italiana sobem 6,6 pontos base para 4,565% e os juros da dívida francesa somam 5,1 pontos base para 3,284%.

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica agravam-se 5,2 pontos base para 4,334%.

Praças europeias pintam-se de vermelho com receios de uma recessão na Zona Euro
Praças europeias pintam-se de vermelho com receios de uma recessão na Zona Euro

Os principais índices europeus abriram com ganhos ligeiros, mas estão agora a negociar no vermelho.

Os investidores estão a avaliar os dados sobre a atividade das empresas na Zona Euro que, mostrou que a contração acelerou em outubro, sugerindo que há uma maior possibilidade de recessão na região.

O índice de referência europeu, Stoxx 600, está praticamente inalterado, a ceder 0,01%, nos 444,21 pontos, depois de ter subido mais de 3% na semana passada, assinalando o maior ganho semanal desde março.

A registar as maiores perdas está o setor do imobiliário, seguido pelos produtos químicos e as "utilities" (água, luz, gás) que caem mais de 0,5%. Em sentido oposto, o setor das viagens e o petróleo e gás são os que mais ganham.

Entre os principais movimentos de mercado está a Ryanair que sobe 6,7% para 16,17 euros, um máximo intradiário de um mês. Isto depois de a companhia aérea ter anunciado, na apresentação de resultados, que espera registar o maior lucro anual em 2023, entre 1,85 mil milhões de euros e 2,05 mil milhões, e ter prometido pagar dividendos numa base regular, depois de dois anos de perdas anuais substanciais.

A Telecom Italia chegou a ganhar 5%, estando agora a cair mais de 3%, depois de ter aprovado a venda da sua linha de rede fixa ao fundo norte-americano KKR por 19 mil milhões de euros, gerando desagrado do seu maior acionista, a Vivendi.

Ainda em Itália, o maior banco do país, o Intesa Sanpaolo, avança 1,56%, depois de ter revisto em alta o "guidance" para 2023 e ter afirmado que pretende melhorar a remuneração dos acionistas.

"Enquanto os mercados estão a rever as estimativas para quando as taxas de juro podem começar a ser cortadas nos Estados Unidos, os dados económicos no Reino Unido e na Europa apontam para ainda maiores dificuldades económicas", disse à Reuters Michael Hewson, analista da CMC Markets.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax cede 0,09%, o francês CAC-40 desvaloriza 0,19%, o britânico FTSE 100 desliza 0,05% e o espanhol IBEX 35 cai 0,17%.

Em Amesterdão, o AEX regista um acréscimo de 0,14% e, em Milão, o italiano FTSEMIB soma 0,18%.

Euribor sobe a três, a seis e a 12 meses
Euribor sobe a três, a seis e a 12 meses

A taxa Euribor subiu hoje a três, a seis e a 12 meses face a sexta-feira.

Com as alterações de hoje, a taxa Euribor a 12 meses voltou a ficar pela sexta sessão consecutiva com um valor inferior ao da taxa a seis meses.

A taxa Euribor a 12 meses, atualmente a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou hoje para 4,022%, mais 0,018 pontos do que na sexta-feira, depois de ter subido em 29 de setembro para 4,228%, um novo máximo desde novembro de 2008.

Segundo dados do Banco de Portugal referentes a setembro de 2023, a Euribor a 12 meses representava 38,1% do 'stock' de empréstimos para habitação própria permanente com taxa variável. Os mesmos dados indicam que a Euribor a seis e a três meses representava 35,7% e 23,4%, respetivamente.

No prazo de seis meses, a taxa Euribor, que entrou em terreno positivo em 6 de junho de 2022, também subiu hoje, para 4,066%, mais 0,004 pontos que na sessão anterior e contra o máximo desde novembro de 2008, de 4,143%, registado em 18 de outubro.

No mesmo sentido, a Euribor a três meses avançou hoje face à sessão anterior, ao ser fixada em 3,963%, mais 0,007 pontos, depois de ter subido em 19 de outubro para 4,002%, um novo máximo desde novembro de 2008.

As Euribor começaram a subir mais significativamente a partir de 04 de fevereiro de 2022, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras devido ao aumento da inflação na Zona Euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022.

Na mais recente reunião de política monetária, em 26 de outubro, em Atenas, o BCE manteve as taxas de juro de referência pela primeira vez desde 21 de julho de 2022, após 10 subidas consecutivas.

A próxima reunião de política monetária do BCE, que será a última deste ano, realiza-se em 14 de dezembro.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

Lusa

Possível fim de subida de juros pela Fed continua a dar ânimo a Wall Street
Possível fim de subida de juros pela Fed continua a dar ânimo a Wall Street

Os principais índices em Wall Street abriram a valorizar esta segunda-feira, com os investidores a perspetivarem a possibilidade de a Reserva Federal já ter terminado o ciclo de subida das taxas de juro diretoras.

Os investidores estão, por isso atentos, aos discursos dos membros da Fed ao longo da semana.

O S&P 500, referência para a região, soma 0,22% para 4.367,98 pontos, o industrial Dow Jones avança 0,19% para 34.124,77 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite sobe 0,48% para 13.543,62 pontos.

Os índices do lado de lá do Atlântico registaram a melhor performance semanal do ano na sexta-feira, depois de uma leitura da criação de emprego abaixo do esperado ter gerado expectativas de que a Fed possa começar a cortar as taxas de juro no próximo ano.

Segundo a ferramenta da CME FedWatch, consultada pela Reuters, o mercado espera em 80% que a Fed mantenha as taxas de juro inalteradas na reunião de dezembro e que em 80% que o primeiro corte de juros aconteça até junho.

Entre os movimentos de mercado a Tesla sobe 2,81%, depois de a Reuters ter noticiado que a fabricante de carros elétricos planeia construir um veículo de 25 mil euros na sua fábrica perto de Berlim.

As cotadas chinesas em Wall Street, a Alibaba, PDD Holdings, Bilibili e Baidu valorizam ligeiramente, após Pequim ter anunciado medidas para estabilizar os mercados.

"A única coisa que precisa de acontecer para o 'rally' continuar a ganhar ímpeto é a 'yield' da dívida a dez anos estabilizar", disse à Reuters Jamie Cox, "partner" da Harris Financial Group.

"De uma forma geral, a nossa visão no último mês tem sido que se a subida das 'yields' terminasse, as ações norte-americanas poderiam escapar sem serem demasiado penalizadas", acrescentou à CNBC Lori Calvasina, analista da RBC Capital.

Ouro desvaloriza após superar fasquia de 2.000 dólares por onça

O ouro está a desvalorizar, depois de na sexta-feira ter superado a fasquia dos dois mil dólares por onça, num dia em que os investidores estão a privilegiar ativos de maior risco, como é o caso das ações. 

O ouro a pronto (spot) perde 0,4% para 1.984,68 dólares por onça, a platina desvaloriza 1,47% para 921,03 dólares e o paládio recua 0,79% para 1.112,91 dólares.

O ouro segue, assim, a desvalorizar depois de na sexta-feira ter superado os dois mil dólares por onça, à boleia de um mercado laboral menos robusto nos Estados Unidos. A contratação cresceu a um ritmo mais lento do que o esperado em outubro e a taxa de desemprego subiu para o valor mais alto em quase dois anos (3,9%), o que deu força às perspetivas de que a Reserva Federal (Fed) poderá ter atingido o pico do ciclo de subidas dos juros.

O ouro segue, assim, a desvalorizar depois de na sexta-feira ter superado os dois mil dólares por onça, à boleia de um mercado laboral menos robusto nos Estados Unidos. A contratação cresceu a um ritmo mais lento do que o esperado em outubro e a taxa de desemprego subiu para o valor mais alto em quase dois anos (3,9%), o que deu força às perspetivas de que a Reserva Federal (Fed) poderá ter atingido o pico do ciclo de subidas dos juros.

Euro valoriza face ao dólar

O euro está a valorizar face ao dólar, num dia em que a divisa norte-americana está a ser pressionada pela expectativa de que a Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos possa já ter terminado o ciclo de subidas dos juros diretores.

A moeda única europeia soma, assim, 0,11% para 1.0743 dólares, apesar de os dados da atividade empresarial conhecidos hoje terem aumentado os receios de recessão na região do euro.

A atividade empresarial na Zona Euro caiu pelo quinto mês consecutivo, para o valor mais baixo desde novembro de 2020, ano marcado pela pandemia. No terceiro trimestre do ano, a economia dos vinte países da moeda única recuou 0,1%.

Os investidores vão estar esta semana atentos a uma série de discursos por parte de membros do Banco Central Europeu (BCE) e do presidente da Fed, Jerome Powell, que discursa na quarta e quinta-feira, numa conferência em Washington.

Petróleo sobe com reafirmação de cortes de oferta de sauditas e russos
Petróleo sobe com reafirmação de cortes de oferta de sauditas e russos

Os preços do "ouro negro" seguem a negociar em alta nos principais mercados internacionais, depois de a Arábia Saudita e a Rússia – dois pesos pesados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (o chamado grupo OPEP+) terem reafirmado o seu compromisso para com os cortes adicionais e voluntários da oferta de crude até ao final do ano.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, segue a somar 1,66% para 81,85 dólares por barril.

 

A Arábia Saudita confirmou no domingo que prosseguirá com o seu corte extra da oferta, na ordem de um milhão de barris por dia, pelo menos até ao final do ano – o que coloca a sua produção em torno de 9 milhões de barris diários.

 

Já a Rússia manterá a sua redução extra de 300.000 barris/dia em matéria de exportação de crude.

 

Este anúncio aliviou os mercados, depois de na semana passada os receios de uma menor procura mundial por esta matéria-prima ter levado a uma queda de quase 6% dos preços do Brent e WTI.

Juros agravam-se na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro agravaram-se, o que significa que os investidores privilegiaram outros ativos às obrigações. Isto num dia em que novos dados económicos acentuaram os receios de uma recessão na região.

A atividade empresarial na Zona Euro caiu em outubro para o valor mais baixo desde novembro de 2020.O Purchasing Managers' Index (PMI) compósito, divulgado esta segunda-feira pela S&P Global Market Intelligence, desceu para 46,5 em outubro, numa quebra face aos 47,2 registados em setembro e face aos 47,3 registados em outubro de 2022.

A "yield" da dívida pública portuguesa com maturidade a dez anos subiu 11,5 pontos base para 3,409%, enquanto a das Bunds alemãs com o mesmo prazo, referência para a região, agravou-se 9,3 pontos base para 2,735%.

A rendibilidade da dívida soberana italiana aumentou 13,3 pontos base para 4,633%, os juros da dívida francesa subiram 10,2 pontos base para 3,335% e os da dívida espanhola agravaram-se 11,3 pontos base para 3,790%.

Fora da Zona Euro, a "yield" da dívida britânica subiu 9 pontos base para 4,372%.

Receios de recessão na Zona Euro atiram Europa para o vermelho

Depois de uma sessão em que oscilaram entre ganhos e perdas, as bolsas europeias terminaram o dia no vermelho. Os índices perderam num dia em que foram divulgados dados económicos que acentuam as preocupações quanto a uma recessão na Zona Euro.

A atividade empresarial na região desceu para os níveis mais baixos desde novembro de 2020 - período marcado pela pandemia - o que colocou travão ao otimismo provocado pelas expectativas de que a Reserva Federal (Fed) norte-americana poderá já ter terminado o ciclo de subidas dos juros. 

O Stoxx 600, referência para a região, caiu 0,16% para 443,52 pontos, com praticamente todos os setores a registarem perdas. Dos 20 setores que compõem o índice, os do imobiliário e do retalho comandaram as quedas, com uma desvalorização de 2,91% e 1,31%, respetivamente.

Já o setor do petróleo & gás liderou as subidas, com ganhos de 0,75%, num dia em que a Arábia Saudita e a Rússia confirmaram que vão manter os cortes adicionais da oferta de crude até ao final do ano.

Entre as principais movimentações, a Telecom Italia desvalorizou 3,35% para 0,25 euros por ação, depois de ter anunciado que chegou a acordo para vender a rede fixa ao fundo de investimento KKR.

Nas principais praças europeias, o alemão Dax 30 desvalorizou 0,35%, o espanhol Ibex 35 recuou 0,56%, o italiano FTSE Mib caiu 0,29%, o francês CAC-40 deslizou 0,48% e o AEX, em Amesterdão, caiu 0,13%. Já o britânico FTSE 100 fechou a sessão inalterado.

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