Guerra no Irão dá força a estratégias de investimento "independentes de cenários"
Henrik Stille, gestor de fundo obrigacionista da Nordea Asset Management, defende um perfil de risco defensivo, através do investimento em classes de ativos seguras. Mas também há que ser dinâmico.
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As perspetivas de inflação continuam a ser um foco central dos bancos centrais, especialmente com tensões geopolíticas capazes de perturbar os mercados energéticos e o crescimento global. Perante a possibilidade de os principais bancos centrais manterem políticas monetárias restritivas por mais tempo — ou até retomarem subidas de taxas –, os investidores não precisam de se refugiar no medo. Devem, isso sim, escolher estratégias dinâmicas e defensivas, de modo a poderem navegar sem sustos neste contexto. É esse o entender de Henrik Stille, gestor de carteira do fundo Active Rates Opportunities, da Nordea Asset Management –, que não vê frutos em “dinheiro estacionado”. Há que ativar esse dinheiro, mas da forma certa.