Investidores não dão sinais de stress com novas eleições em Portugal
O país esteve no mercado de dívida para se financiar, numa operação onde foi a Alemanha a pesar mais do que o Parlamento português. Em mercado secundário, os juros da dívida aliviaram e, nas ações, também houve ganhos.
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Nem a dívida nem as ações portuguesas deram sinais de que a confiança dos investidores em Portugal seja posta em causa pela queda do Governo. Na primeira sessão após o chumbo do voto de confiança que vai ditar a queda do Executivo liderado por Luís Montenegro, e enquanto o Presidente da República recebia os partidos, o país até foi ao mercado financiar-se.
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