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Portugal coloca 1.000 milhões de dívida a 12 meses com novo mínimo negativo

Portugal colocou o montante máximo pretendido, de mil milhões de euros, em bilhetes do Tesouro com maturidade de 12 meses. Juro é o mais baixo de sempre.

O instituto liderado por Cristina Casalinho tem conseguido reduzir o custo médio da dívida portuguesa, nos últimos anos.
Cristina Casalinho, presidente do IGCP. Miguel Baltazar
Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 21 de Julho de 2021 às 10:51
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Portugal esteve esta manhã no mercado a emitir dívida de curto prazo, com um novo mínimo em valores negativos. O IGCP colocou 1.000 milhões de euros, com um juro de -0,594%, inferior ao anterior mínimo registado no último leilão comparável.

A agência liderada por Cristina Casalinho conseguiu colocar 1.000 milhões de euros em títulos com maturidade em julho de 2022, conseguindo um juro ainda mais negativo do que o anterior mínimo de -0,536%, na operação realizada no último mês de maio.

A procura mais do que duplicou a oferta. Segundo os dados da Bloomberg, o "bid-to-cover" situou-se em 2,17 vezes o valor da oferta.

O IGCP tinha adiantado na semana passada que iria realizar um leilão de BT a 12 meses, com um montante indicativo entre 750 milhões e 1.000 milhões de euros. 

Portugal continua, assim, a beneficiar com o ambiente de juros negativos. O país apresenta "yields" inferiores a zero até às obrigações a sete anos, linha que apresenta uma taxa de -0,167%, tendo já chegado a negociar com juros negativos na taxa a 10 anos no final do ano passado. 


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