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Além-fronteiras

Programa Erasmus, acreditações ou o crescente número de alunos estrangeiros revelam como as instituições portuguesas de ensino superior dão muita importância à internacionalização.

13 de Julho de 2020 às 11:44
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As universidades apostam cada vez mais na internacionalização com estágios internacionais, Erasmus, disciplinas lecionadas em inglês e não só. Para Helena Correia, associate dean for Undergraduate Education da Católica Porto Business School, o reconhecimento da escola a nível internacional consubstanciou-se, em 2016, pela obtenção da acreditação internacional EQUIS. "O objetivo desta acreditação é o de reconhecer e potenciar o padrão de educação em economia e gestão em todo o mundo, destacando as melhores escolas a nível mundial, permitindo que a escola acreditada desenvolva parcerias e projetos internacionais, que possibilitam outro alcance na preparação dos profissionais da economia e da gestão."

 

Numa perspetiva de internacionalização é incentivada a realização de experiências académicas em Erasmus ou mobilidade livre. "E temos vindo a aumentar a nossa atratividade nos mercados internacionais, sendo crescente o número de estudantes estrangeiros que partilham as salas de aula com alunos nacionais. Apostamos fortemente no ensino em inglês, sendo a maioria das disciplinas oferecidas também nesta língua, permitindo aos alunos que o desejarem frequentar as nossas licenciaturas integralmente em inglês."

 

Sebastião Feyo de Azevedo, reitor da UPT, recorda que a pandemia abrandou muito as atividades de cooperação internacional. "Mas, é bem claro que a internacionalização é uma vertente estratégica das instituições do ensino superior que pretendem contribuir para o desenvolvimento global da humanidade. A Portucalense colabora com os países de língua oficial portuguesa e pretende intensificar a cooperação, em menor escala, com o resto do mundo, com países da América Latina, do Extremo Oriente e europeus no quadro do programa Erasmus. "Olhamos expectantes, mas confiantes, para o futuro próximo."

 

Elvira Pacheco Vieira, diretora-geral do ISAG – European Business School, afirma que a internacionalização faz parte do ADN da instituição, em duas dimensões. "Por um lado, proporcionamos oportunidades profissionais, de estágio e mobilidade além-fronteiras. Por outro lado, recebemos anualmente estudantes de mais de 50 países, criando um ambiente multicultural e captando talento para Portugal. Para além de profissionais de excelência, formamos ‘cidadãos do mundo’ e isso reflete-se no nosso posicionamento: ‘O ISAG dá-te mundo!’"

 

Clara Raposo diz que o ISEG é hoje uma escola plural, também em termos de internacionalização. "Cerca de 20% dos nossos estudantes não são portugueses e a larga maioria dos professores é doutorada fora de Portugal e tem outras experiências internacionais."

 

A presidente do ISEG refere que os currículos dos cursos da escola estão adaptados às melhores práticas internacionais, que a têm feito ganhar mais notoriedade, "quer com a acreditação da agência americana AACSB, quer agora com a entrada direta para uma posição de destaque nos rankings do Financial Times".


Já Maria João Cortinhal, dean da Iscte Business School, refere que a internacionalização tem sido um "dos grandes pilares" da escola. Recorda que "a Iscte Business School foi pioneira na dinamização da mobilidade estudantil através do programa Erasmus e ao nível das Summer Schools". E a estratégia de internacionalização continuará a passar pela obtenção de acreditações, reforço do posicionamento em rankings e da oferta formativa em inglês, recrutamento de estudantes e docentes internacionais e não só.

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