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Nas TI há mais ofertas do que candidatos

Áreas das tecnologias de informação e serviços financeiros são as que têm mais futuro em Portugal.

13 de Julho de 2020 às 12:23
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Aproveitando a experiência da Kelly Services no recrutamento, seleção e consultoria na área dos recursos humanos, falámos com Eduardo Alves, sourcing team leader da Kelly Search & Selection, sobre o presente e o futuro do mercado de trabalho em Portugal.

 

Quais são os setores em que há mais empregabilidade em Portugal?

 

Os setores de maior empregabilidade em Portugal são, sem dúvida, as áreas de tecnologias de informação (TI) e serviços financeiros. No setor das TI temos uma situação particular em que existem mais ofertas do que candidatos e a empregabilidade é de 100%, existindo uma escassez de recursos não só em Portugal mas também na Europa de uma forma geral.

 

No setor dos serviços financeiros assistimos a um aumento na procura de profissionais, derivado também de um aumento no número de empresas multinacionais que optaram por estabelecer os seus centros de serviços partilhados no nosso país. Em alguns casos, com um número a rondar as 1000 contratações apenas num ano, contribuindo para uma procura muito grande por profissionais nas áreas financeiras e de contabilidade, especialmente.

 

As empresas procuram cada vez mais licenciados? E que competências procuram nesses licenciados?

 

Sim, de facto as empresas procuram cada vez mais licenciados. Em primeiro lugar, porque a formação académica em Portugal aposta cada vez mais em munir os nossos alunos de competências multidisciplinares que premeiam a polivalência.

 

Vivemos num mundo bastante dinâmico, com mudanças constantes, e são as novas gerações de licenciados que poderão contribuir com a sua capacidade de adaptação a diferentes contextos e realidades laborais.

 

As empresas cada vez mais procuram competências como dinamismo, proatividade e flexibilidade. A digitalização também obriga a uma maior capacidade de assimilação de novas tecnologias e formas de trabalhar. E são estes mesmos licenciados que terão um potencial de contributo maior, dado que estão habituados desde muito novos a trabalhar com as mesmas, algo que não aconteceu com as gerações anteriores.

 

Um licenciado aufere um salário muito mais elevado do que um não licenciado?

 

Por norma, em Portugal assistimos a essa realidade. Os licenciados continuam, na sua maioria, a receber mais do que os não licenciados. A exceção será na área de tecnologias de informação, ou em funções muito técnicas da área de engenharia em que a valência técnica prevalece sobre a formação académica.

 

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