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A produção de seguro directo do ramo Vida registou em 2015 uma variação negativa de cerca de 1820 milhões de euros. Para esta diminuição quase todas as modalidades, à excepção dos contratos de investimento ligados. Para Giampiero Prester, director-geral da Generali Vida, "a inflexão no sector em 2015 segue-se a um período de três anos seguidos de elevado crescimento. Depois, registou-se uma maior propensão ao consumo a partir do ano passado, com impacto ao nível da poupança". De facto a taxa de poupança passou nos últimos três anos de um máximo de 9% no segundo trimestre de 2013 para um mínimo de 4,1% no terceiro trimestre de 2015.