Há recordes mais valiosos que outros

O índice de preços de Ferrari da Hagerty triplicaram esta década, um ganho superior à escalada de 158% do índice dos EUA.
Jornal de Negócios
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Patrícia Abreu 27 de agosto de 2018 às 21:35

Os "tweets" de Donald Trump voltaram a fazer mexer os mercados. Ao contrário do que aconteceu nas últimas vezes, agora o presidente dos EUA deixou uma mensagem positiva, indicando que as relações comerciais com o México estão a melhorar.
Foi o suficiente para suportar uma nova sessão de máximos históricos nas bolsas norte-americanas. Mas, segundo a Bloomberg, há um outro recorde mais valioso no mercado. Um funcionário da Microsoft vendeu o seu Ferrari 250 GTO, de 1962, por 48,4 milhões de dólares, um montante que supera em 25% o anterior recorde alcançado com a venda de um carro clássico num leilão, nos últimos quatro anos.
Segundo a mesma notícia, o índice de preços de Ferrari da Hagerty triplicaram esta década, um ganho superior à escalada de 158% do índice dos EUA. Ainda de acordo com os cálculos da Bloomberg, mesmo contabilizando os dividendos pagos pelas empresas cotadas no mercado norte-americano, os Ferrari continuam a ganhar esta corrida, ao aumentarem mais o seu valor do que as cotadas desde o final de 2009. Para os que não podem comprar um Ferrari resta a bolsa, na expectativa que os mercados accionistas ainda tenham margem para ganhos adicionais.

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