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Negócios: Cotações, Mercados, Economia, Empresas

"Com a IA já é possível produzir tecido humano e acelerar a produção de novos fármacos"

Temos capacidade para ter, cada vez mais e de forma mais rápida, terapêuticas individualizadas, feitas por medida e a um custo mais baixo, admite o diretor-geral da Merck Portugal.

21 de Janeiro de 2026 às 19:21
Pedro Moura é diretor-geral da Merck Portugal desde 2017.
Pedro Moura é diretor-geral da Merck Portugal desde 2017. Miguel Baltazar
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O ano de 2026 vai marcar a viragem no uso de inteligência artificial (IA), que passará a ser aplicada em “instrumentos físicos concretos”, com efeitos na investigação de novos medicamentos e reunindo condições para acelerar as diversas fases de investigação de novos medicamentos. E, com isso, criando condições para reduzir custos e, tendencialmente, o preço dos medicamentos. Esta é a perspetiva de Pedro Moura, convidado desta semana das “Conversas com CEO”. Numa entrevista de mais de meia hora que pode ser ouvida na íntegra em podcast, o diretor-geral da Merck Portugal fala-nos da inovação que marca hoje a indústria farmacêutica, de como já é possível produzir tecido humano e dos efeitos que tal pode ter, designadamente na produção de medicamentos feitos por medida. Os desafios da indústria na poupança de energia e nos resíduos assim como nas relações com os Estados Unidos da era de Trump são outros dos temas abordados.

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