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A taxa de mortalidade das empresas vítimas das tempestades poderá ser elevada, não tanto pela ausência de mobilização ou por desvalorização do problema por parte do Governo, mas antes pelas “muitas das distorções que a democratite tem criado, no plano burocrático, jurídico”. Esta é uma das perspetivas de Nuno Ribeiro da Silva, convidado desta semana das Conversas com CEO. Governante no final do século passado, considera que hoje é difícil para qualquer Governo lidar com o “ambiente muito pouco construtivo e extremamente crispado e negativo”, com um enorme peso das mais variadas corporações. Numa entrevista de mais de meia, que pode ser ouvida na íntegra em podcast, alerta para os problemas de capacidade de execução do que está planeado no PTRR, por falta de empresas, pessoas e por causa da burocracia.
