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No final dos anos 1990, Jack Welch, o então famoso CEO da General Electric, juntou cerca de 500 executivos de topo e trabalhadores mais jovens. Cada gestor era acompanhado por um mentor mais novo que o ajudava a melhorar competências digitais no então mundo novo da internet. Este é apontado como o episódio pioneiro do chamado “reverse mentoring”, ou mentoria inversa, que está agora a popularizar-se no nosso tempo de inteligência artificial. São cada vez mais os diretores a sair das suas bolhas e a pedir conselhos aos mais novos, num cenário de maior diversidade geracional. Companhias como a British Airways, Cisco e 3M têm adotado a prática, para reter jovens promissores. Em Portugal, a Auchan tem em curso o programa “Shadow” e a psicóloga Bárbara Ramos Dias lançou uma metodologia para diminuir a rotatividade de talentos nas empresas.
