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Durante décadas, a sustentabilidade no imobiliário foi medida sobretudo pela energia consumida após a inauguração de um edifício, mas hoje esse critério já não é suficiente. A pressão regulatória europeia e a evolução das metas climáticas estão a empurrar o setor para uma abordagem mais exigente, que passa por medir o impacto ambiental ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos, incluindo o chamado carbono incorporado, ou seja, as emissões associadas à construção, materiais e eventual demolição.