Weekend Futebol: a era dos agentes quase secretos
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Futebol: a era dos agentes quase secretos

O futebol tornou-se um negócio global, onde há cada vez mais dinheiro disponível. Onde se movem agentes que auferem comissões estratosféricas, investidores com fundos ilimitados, jogadores que são transferidos a peso de ouro. E depois, estão os adeptos, que só desejam a glória dos seus clubes do coração. No meio de todas estas transformações empresariais, que espaço sobra para os clubes portugueses, sem poder financeiro para competir com estas novas estrelas galácticas?
Futebol: a era dos agentes quase secretos
Fernando Sobral 16 de fevereiro de 2018 às 11:34

Um jogador que passou pelo Real Madrid e pelo Barcelona, Pepe Samitier, era um centrocampista temível. Era também conhecido pela sua língua afiada. Um dia, disse: "Se o futebol fosse um negócio, pertenceria aos bancos." Samitier )

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