A pergunta que qualquer profissional faz antes de se inscrever num programa executivo é sempre a mesma: vale mesmo a pena? Os resultados são observados nos doze meses seguintes à conclusão dos programas, na forma de promoções, alargamento de responsabilidades e em transições para novas funções. Verifica-se, no entanto, um efeito ainda mais determinante nos que frequentam os programas, ou seja, uma “maior confiança, maior capacidade de decisão e maior visibilidade dentro das organizações. Muitas vezes, é essa combinação que acelera a carreira”, explica José Esteves, dean da Porto Business School.
Do lado das empresas, o sinal é igualmente claro. Existe hoje um equilíbrio entre investimento individual e financiamento empresarial que revela duas tendências complementares. “Por um lado, há profissionais cada vez mais proativos na gestão da sua carreira; por outro, as empresas reconhecem a formação como instrumento de retenção, desenvolvimento e transformação do talento. A formação executiva passou a ser uma decisão estratégica”, garante José Esteves.
Não há um perfil típico
Uma das primeiras dúvidas de quem procura formação executiva é saber se aquele programa é “para si”. “Na PBS não há um perfil único; há uma ambição comum”, afirma o dean da Porto Business School. Os programas reúnem executivos de multinacionais, líderes de PME, empreendedores, profissionais em transição e um número crescente de participantes internacionais. Esta diversidade não é o modelo. A mistura de percursos, setores e geografias dentro de cada cohort desenvolve aquilo que José Esteves descreve como “global mindset para liderar em mercados cada vez mais interdependentes”.
Para quem está a avaliar a candidatura, isto significa que a rede de contactos que sai de um programa da Porto Business School não é apenas nacional, e as perspetivas com que se regressa ao trabalho não são apenas setoriais.
O que distingue a PBS
Num mercado com várias opções de qualidade, a escolha de uma escola é também uma escolha sobre o tipo de formação que se quer receber. José Esteves identifica como elemento diferenciador da PBS “a forma como liga rigor académico, proximidade às empresas e visão de futuro”. Não se trata de um curso atualizado com módulos sobre inteligência artificial ou ESG. Trata-se de uma reconfiguração mais profunda do perfil de liderança. “Não preparamos apenas gestores para responder ao presente; preparamos líderes para a nova era da inteligência artificial, líderes exploradores, transformadores e capazes de conduzir mudança com inteligência aumentada, sentido estratégico e impacto real”, assume José Esteves.
Oferta reforçada
Em 2025/2026 a oferta da PBS foi reforçada em torno das forças que estão a redefinir a gestão, e que são a inteligência artificial, os dados, a cibersegurança, a sustentabilidade, a ESG, a biodiversidade e as nature-based solutions. A estes temas juntaram-se a geopolítica, o pensamento crítico e uma visão AI-first do trabalho e da estratégia, com um objetivo claro de “formar líderes capazes de reinventar organizações num contexto mais tecnológico, mais exigente e mais interdependente”, assinala o dean.
As três competências que as empresas mais procuram em 2026, segundo José Esteves, são o pensamento crítico para decidir em contextos complexos, a literacia digital e inteligência artificial, e a liderança capaz de mobilizar pessoas em mudança. De acordo com o responsável, a oferta da PBS desenvolve estas capacidades “com casos reais, projetos aplicados e contacto direto com empresas”.
Flexibilidade sem abdicar da qualidade
Para quem tem uma agenda de executivo, o formato é muitas vezes decisivo. A PBS disponibiliza programas em regime presencial, híbrido e online, desenhados para profissionais com horários exigentes e cohorts internacionais. O princípio orientador é o de que “a flexibilidade não pode comprometer a qualidade. Por isso, combinamos conveniência com exigência académica, interação relevante e uma experiência de aprendizagem que preserva networking, debate e proximidade”, acrescenta o responsável.
Segundo José Esteves, a PBS é por isso cada vez mais procurada por executivos estrangeiros que querem “uma experiência premium, com cohorts globais, proximidade às empresas e forte ligação ao mundo real da gestão”. Para o executivo português, isso traduz-se numa vantagem adicional de estudar numa escola que atrai talento internacional, sem sair do país.