Os quatro cenários possíveis do pós-troika

Saída "à irlandesa", programa cautelar "light", cautelar reforçado e segundo resgate são os cenários possíveis.
troika
Bruno Simão/Negócios
Eva Gaspar 07 de Janeiro de 2014 às 20:55

Saída "à irlandesa"

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Portugal regressa em Junho a uma rotina normal de financiamento autónomo,  dispensando qualquer tipo de ajuda europeia, mesmo a rede de segurança de um programa cautelar (que tem duas versões). Os analistas atribuem uma probabilidade residual à possibilidade de uma saída 'à irlandesa', embora aritmeticamente seja possível.

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Programa cautelar "light"

 

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A Linha de Crédito Cautelar Condicionada (PCCL, na sigla inglesa), que pode ser concedida pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), só está disponível para os países que cumpram seis critérios, entre os quais um bom acesso aos mercados financeiros. Dificilmente Portugal responderá a todos eles. É o "seguro" europeu mais leve em termos de condicionalidade.  

 

Cautelar reforçado

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O MEE pode também fornecer uma Linha de Crédito com Condições Reforçadas (ECCL), na qual mais facilmente Portugal se encaixará, ou até uma linha ECCL+ em que se pode também "segurar" parte do risco assumido pelos investidores. Nesta versão de condicionalidade mais robusta, abre-se a possibilidade de o BCE intervir no sentido de ajudar a baixar os juros através de compras de dívida desse país no mercado secundário.

 

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Segundo resgate

 

Seria um novo programa de assistência financeira assegurado pela comunidade internacional - países da Zona Euro mas também FMI. Exigiria contrapartidas duras e eventualmente, como sucedeu com a Grécia, que os investidores privados perdoassem parte da dívida.

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