PS: Partido sempre defendeu uma “saída limpa” para Portugal

Óscar Gaspar afirmou hoje que os recentes relatórios “demonstram que não há sustentabilidade nas políticas” do actual Governo “nem uma verdadeira reforma estrutural”.
Ana Filipa Rego 26 de Fevereiro de 2014 às 19:40

Após a reunião do PS com a troika, o membro da comissão política do PS afirmou que ainda é cedo falar de que forma Portugal vai terminar o programa de assistência financeira, mas que esta terá que ser “limpa”.

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“Houve novidades quer da parte do relatório da comissão quer do relatório do FMI que demonstram que não há sustentabilidade nas políticas nem uma verdadeira reforma estrutural”, afirmou Óscar Gaspar.

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O socialista acrescentou que “Portugal precisa de uma estratégia diminua as desigualdades e promova a consolidação orçamental” e que foi isso que transmitiram à troika.

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Quanto ao final do programa, o PS não tem dúvidas que será em 2014. “Como sairemos é a questão que é preciso colocar. Há hoje dúvidas sobre o acesso de Portugal aos mercados. Há uma nova incerteza provocada pelo Governo”, sublinhou.

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E continuou, “o PS sempre defendeu que Portugal deve ter uma saída limpa, sem condicionalidades. Se assim não for, há claramente um fracasso e temos que pedir responsabilidades ao Governo”.

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