Não havia tanta amêndoa há duas décadas. Campanha frutícola com "boas perspetivas"

O último mês foi o quinto julho mais frio desde 2000 e a precipitação média corresponde a apenas 27% do normal, o que influencia as culturas.
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Leonor Mateus Ferreira 21 de Agosto de 2021 às 15:00

Mais maçãs e peras (apesar de menos doces), pêssegos ou tomates e a maior quantidade de amêndoas em duas décadas. As previsões agrícolas, em 31 de julho, apontam para "boas perspetivas para a campanha frutícola", segundo divulgou esta semana o Instituto Nacional de estatísticas. A produtividade da vinha deverá manter-se praticamente inalterada face ao ano passado, tal como se espera a manutenção da área de milho para grão, apesar do aumento do preço desta

commodity nos mercados internacionais.

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O INE explica que as culturas foram influenciadas pelas condições meteorológicas. O mês de julho caracterizou-se como frio e seco. O valor da temperatura média do ar, 21,5ºC, foi inferior à normal entre 1971 e 2000 em 0,6ºC, posicionando este mês como o quinto julho mais frio desde 2000. Quanto à precipitação média, os 3,7mm registados correspondem a apenas 27% da normal (13,8mm), não tendo ocorrido precipitação na maior parte das estações meteorológicas a sul do Tejo.

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