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Subsídio de risco prometido com o Orçamento do Estado ainda não chegou aos profissionais de saúde

Aprovado com o Orçamento do Estado para este ano, o subsídio destinado aos profissionais que estão na linha da frente no combate à covid-19 deveria ser pago de dois em dois meses, mas isso ainda não aconteceu, noticia o Público.

Negócios jng@negocios.pt 17 de Março de 2021 às 09:12
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Médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde que estão na linha da frente de combate à pandemia continuam à espera de um subsídio de risco que foi aprovado com o Orçamento do Estado para 2021, mas que ainda não chegou às folhas de pagamento. A notícia faz a manchete do Público desta quarta-feira.


Este subsídio extraordinário deveria ser pago de dois em dois meses durante os períodos do estado de emergência, de calamidade ou de contingência. O Público não recebeu justificação por parte do do gabinete de Marta Temido ou dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde. 


Porém, adianta o jornal, o problema terá a ver com o facto de não terem ainda sido criados os códigos que permitem aos recursos humanos de cada entidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS), como, por exemplo, os hospitais e o INEM, processarem este subsídio juntamente com os salários.


Em fevereiro nada foi pago e a expetativa é que em março aconteça o mesmo. 

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