As expectativas e os desafios de líderes da economia portuguesa para 2026
A instabilidade geopolítica, a falta de mão de obra e as novas tecnologias, nomeadamente a inteligência artificial, são desafios para este novo ano. Saiba o que perspetivam os líderes da economia portuguesa para os próximos 12 meses.
Clara Raposo
Vice-Governadora do Banco de Portugal
Sem desfecho à vista para as tensões geopolíticas e comerciais, persistem na Europa os desafios de segurança, cibersegurança, inovação e IA, competitividade e alterações climáticas. Espera-se que o setor financeiro em Portugal se mantenha resiliente, contribuindo com estabilidade para o funcionamento da economia, e que a inflação continue ancorada nos 2%. O novo ano é crucial para a materialização dos investimentos do PRR, que chegam ao fim em 2026, pelo que deverão acelerar. Para a confiança de consumidores e investidores é importante que a Europa consiga passar dos diagnósticos à ação e avance na implementação de uma estratégia com efeito de escala. 2026 é o ano do teste: será que a agulha da bússola da competitividade, de facto, mexe?
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