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Crédito em dívida para comprar casa bate novo recorde em 2021

 O capital médio em dívida aumentou 2.428 euros, para 56.668 euros. A prestação média mensal aumentou 1,7% (4 euros), para 237 euros.

Fábio Carvalho da Silva fabiosilva@negocios.pt 19 de Janeiro de 2022 às 11:34
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Em dezembro, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,801%, uma quebra face aos 0,807% contabilizados no mês anterior, segundo os divulgados dados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A publicação do gabinete português de estatística aponta para um comportamento em contraciclo entre a descida acentuada das taxas de juro a três meses e o capital médio de dívida. 

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 0,692% em novembro para 0,682% em dezembro.

Relativamente ao capital médio em dívida, contraído pelos portugueses junto dos bancos, este aumentou 123 euros, fixando-se em 58.207 euros. A prestação média manteve-se em 253 euros.

No acumulado de 2021, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação fixou-se em 0,821%, valor 13,6 pontos base inferior ao do ano anterior. Já capital médio em dívida aumentou 2.428 euros, para 56.668 euros. A prestação média mensal aumentou 1,7% (4 euros), para 237 euros.






























Para o destino de financiamento aquisição de habitação, a taxa de juro média desceu 13,5 pontos base, situando-se em 0,834%. O capital médio anual em dívida para o total do crédito e para o destino de financiamento para aquisição de habitação, passou de 54.240 euros e 61.020 euros em 2020, respetivamente, e para 56.668 euros e 63.695 euros em 2021, pela mesma ordem.

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação manteve-se em 253 euros. Deste valor, 39 euros (15%) correspondem a pagamento de juros e 214 euros (85%) a capital amortizado. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação desceu 8 euros, para 307 euros.
 

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