Economia trava a fundo e terá restrições mais severas ao crédito
Se a primeira metade do ano foi má, a segunda vai ser ainda pior. Os agentes económicos e os decisores políticos já estão de sobreaviso para esta possibilidade e, sexta-feira, mais dois indicadores vieram dar realismo e consistência a um cenário pouco abonatório para a economia portuguesa. Não só o abrandamento económico se vai acentuar, como os bancos prometem cortar ainda mais no crédito, em especial no concedido às empresas.
Se a primeira metade do ano foi má, a segunda vai ser ainda pior. Os agentes económicos e os decisores políticos já estão de sobreaviso para esta possibilidade e, sexta-feira, mais dois indicadores vieram dar realismo e consistência a um cenário pouco abonatório para a economia portuguesa. Não só o abrandamento económico se vai acentuar, como os bancos prometem cortar ainda mais no crédito, em especial no concedido às empresas.
A OCDE, através do seu indicador avançado, mostrou que a curva que descreve o abrandamento do ritmo de crescimento continua a afundar, e o Banco de Portugal divulgou o inquérito trimestral aos cinco maiores bancos portugueses onde estes se mostram indisponíveis ou incapazes de dar gás a dois dos principais agregados dos quais depende a evolução do PIB: o investimento e o consumo.
