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Emprego no comércio a retalho sobe 0,7% em Março

O emprego, as remunerações e o número de horas trabalhadas no comércio a retalho apresentaram taxas de variação homólogas positivas, de 0,7%, 6,1% e 1,1%, respectivamente, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 03 de Maio de 2006 às 15:07
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O emprego, as remunerações e o número de horas trabalhadas no comércio a retalho apresentaram taxas de variação homólogas positivas, de 0,7%, 6,1% e 1,1%, respectivamente, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo a mesma fonte, o emprego no comércio a retalho aumentou 0,7% em termos homólogos, o que «resultou de evoluções no mesmo sentido, mas de intensidade diferente, dos dois tipos de comércio considerados».

Assim, no comércio de «Produtos não alimentares» registou-se uma variação homóloga de 0,1%, o que significou uma aceleração de 0,6 pontos percentuais, enquanto no comércio a retalho de «Produtos» alimentares a variação homóloga de 1,6% o que significou um movimento inverso, registando-se uma desaceleração de 0,2 pontos percentuais pontos percentuais. Face ao mês anterior o emprego aumentou 0,9%.

O INE acrescenta que para a evolução homóloga de 6,1% das remunerações brutas «contribuíram positivamente ambos os agrupamentos, ‘Produtos alimentares’ e ‘Produtos não alimentares’, com crescimentos de 6,8% e de 5,7%, respectivamente». O índice das remunerações registou em Março uma variação de 3,6%, quando comparado com o nível de Fevereiro.

A variação de 1,1% das horas trabalhadas «resultou dos aumentos registados nos agrupamentos de ‘Produtos alimentares’ e de ‘Produtos não alimentares’, que apresentaram variações homólogas de 1,3% e 0,9%, respectivamente», explica o INE.

Face ao mês anterior, o volume de trabalho no comércio a retalho registou em Março uma subida de 6,8%, devido em parte ao maior número de dias úteis.

 

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