Economia Luís Amado: Nomeações familiares "é um tema da agenda eleitoral"

Luís Amado: Nomeações familiares "é um tema da agenda eleitoral"

Sobre a polémica do momento que envolve as relações familiares no Governo, o presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, considera que se trata de um tema "da agenda eleitoral".
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Sara Ribeiro e Rosário Lira
O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, desvaloriza a discussão que tem sido feita em torno das nomeações de familiares de membros do Governo, considerando que se trata "de um tema da agenda eleitoral". 

"As questões da ética vão dominar a vida pública de uma forma cada vez mais exigente ao longo dos próximos tempos. Tudo o que tem a ver com a ética nas empresas, nas instituições, no Estado, na sociedade são questões que se vão colocar. A ética da sobrevivência vai-se impor em cada indivíduo por si. Portanto, o debate sobre as questões da ética na sociedade portuguesa, como em qualquer sociedade, é um debate necessário e possível", começou por explicar Luís Amado no Conversa Capital, do Negócios e Antena1.

Questionado sobre se na sua opinião a questão deveria ser legislada, respondeu: "Legislar sobre questões de natureza ética é sempre muito difícil e isso dependerá muito da capacidade dos indivíduos serem capazes, com liberdade e autonomia, de perceber onde está a fronteira entre o seu interesse egoísta pessoal e o interesse público, nacional e o interesse da sua empresa. A gestão estará sempre nessa esfera. O caso em concreto eu não o discutiria porque é um tema muito da agenda eleitoral", acrescentou.



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