Sondagem: Costa e Marcelo lidam melhor com pandemia do que DGS e Marta Temido
Os portugueses avaliam positivamente a forma como os vários intervenientes têm lidado com a pandemia da covid-19, mostra a sondagem.
Os portugueses avaliam de forma mais positiva o desempenho do primeiro-ministro e do Presidente da República no combate à pandemia do que a atuação da Direção-Geral de Saúde (DGS) e da ministra da Saúde, revela uma sondagem da Intercampus para o Negócios, Correio da Manhã e CMTV.
Numa escala de 0 a 10, António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa recebem uma "nota" média idêntica: 7,3.
Os inquiridos também avaliam de forma positiva a forma como a população portuguesa tem se comportado atribuindo um valor médio de 6,8 pontos.
Apesar de ainda em terreno claramente positivo, a atuação da Direção-Geral de Saúde e de Marta Temido já não merece um aplauso tão forte. A instituição liderada por Graça Freitas alcança uma pontuação média de 6,4 e a ministra é avaliada com 6,2.
FICHA TÉCNICA
Objetivo: Sondagem realizada pela INTERCAMPUS para a CMTV/CM e Jornal de Negócios, com o objetivo de conhecer a opinião dos portugueses sobre diversos temas da política nacional, incluindo a intenção de voto em eleições legislativas. Universo: População portuguesa, com 18 e mais anos de idade, eleitoralmente recenseada, residente em Portugal Continental. Amostra: A amostra é constituída por n=623 entrevistas. Seleção da amostra: A seleção do lar fez-se através da geração aleatória de números de telefone fixo / móvel. No lar a seleção do respondente foi realizada através do método de quotas de género e idade (3 grupos). Foi elaborada uma matriz de quotas por Região (NUTSII), Género e Idade, com base nos dados do Recenseamento Eleitoral da População Portuguesa (31/12/2016) da Direção Geral da Administração Interna (DGAI). Recolha da Informação: A informação foi recolhida através de entrevista telefónica, em total privacidade, através do sistema CATI (Computer Assisted Telephone Interviewing). O questionário foi elaborado pela INTERCAMPUS e posteriormente aprovado pelo cliente. Os trabalhos de campo decorreram entre 9 e 14 de abril. Margem de Erro: O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de ± 3,9%. Taxa de Resposta: A taxa de resposta obtida neste estudo foi de 69%.