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Tráfego fronteiriço não deverá ser afectado

Governos Civis esperam que fluxos se mantenham e que populações compreendam reforço de controlo.

Bruno Simões brunosimoes@negocios.pt 16 de Novembro de 2010 às 00:01
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Os governadores civis dos distritos de Viana do Castelo, Vila Real e Faro revelaram ao Negócios, de forma unânime, que não esperam que o reforço do controlo nas fronteiras portuguesas, devido à cimeira da NATO, tenha impacto no tráfego de entradas e saídas do País. "Os cidadãos portugueses e espanhóis entendem estas medidas, sabem que são necessárias, pelo que o hábito de atravessar a fronteira não vai ser afectado", salientou Alexandre Chaves, governador civil de Vila Real.



É no distrito de Viana do Castelo que se situa a fronteira com maior tráfego rodoviário do país, segundo dados da Estradas de Portugal de 2008. Entre Valença do Minho e Tui circulam, todos os dias, quase 40 mil veículos. José Guerreiro, governador civil do distrito do Alto Minho, frisou que não vai haver reforço do efectivo. "Quem vai controlar as entradas na fronteira vão ser as forças que estão nos postos de fronteira", que estarão "em permanente contacto com a polícia espanhola".

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