Onde chegou até agora a polémica reforma laboral?
No dia em que se aguarda que o Governo encerre, como anunciou, as negociações sobre o Código do Trabalho em concertação social, o Negócios compara o anteprojeto de julho com a versão “final” para o acordo rejeitado em abril e ambas com a lei em vigor, a partir dos pontos de divergência identificados pela UGT, que vão além dos “dois ou três” que o Executivo mencionou ou dos seis que referiu depois. Se o sentido das propostas não se alterou muito, nada garante que tudo fique na mesma, já que, sem acordo, o caminho legislativo se adivinhava agitado não ficou mais calmo na semana do 1.º de Maio, quando a CGTP anunciou uma nova greve geral (que a UGT não exclui), Ventura condicionou a lei laboral à descida da idade da reforma e o Presidente da República sublinhou que a precariedade “não é uma inevitabilidade”.
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Versão de julho