Governos do euro chamados a respostas "à medida" e a avançar nas renováveis
A rápida alta dos combustíveis já levou vários governos a pedirem “flexibilidade” e a cortarem custos nas bombas de gasolina, mas de Frankfurt e de Bruxelas vêm alertas para a necessidade de manter contas equilibradas e acelerar transição energética.
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A margem dos governos da Zona Euro para adotarem medidas de apoio a famílias e empresas na resposta à nova crise energética com origem no Médio Oriente será significativamente mais curta do que aquela que havia em 2022, após a invasão da Ucrânia, mas os avisos então feitos estão já a ser repetidos: os apoios devem ser dirigidos e as capitais devem investir na resposta estrutural para reduzir a dependência energética da União Europeia, as renováveis.