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OE: Patrões e trabalhadores pedem redução de carga fiscal para 2022

Várias fontes ouvidas pelo Diário de Notícias são unânimes: para a retoma acontecer, é preciso reduzir os impostos.

O Fisco viu o Tribunal dar-lhe razão e aceitar os seus argumentos de que não deveria haver dedução à coleta.
Mariline Alves
Negócios jng@negocios.pt 02 de Outubro de 2021 às 10:12
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Sindicatos, patrões e economistas. Todos estão de acordo: para a retoma acontecer, após a crise pandémica, o Orçamento do Estado (OE) para 2022 tem de contemplar uma descida de impostos, indicam as várias fontes ouvidas pelo Diário de Notícias.

O documento, com a proposto do Governo, tem de ser entregue no parlamento até dia 10 de outubro (como a data calha a um domingo, a data resvala para o dia útil seguinte). E se os representantes dos trabalhadores pedem um alívio da carga fiscal sobre os rendimentos, as empresas reclamam a multiplicação de escalões de IRS e medidas de recapitalização e para captar investimento. 

O OE deve "promover medidas no plano fiscal que garantam mais meios financeiros com recurso à taxação dos rendimentos de capital e alívio da fiscalidade sobre os rendimentos do trabalho", indica Isabel Camarinha, secretária-geral da CGTP. 

Já João Vieira Lopes, líder da CCP - Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, considera que é urgente "uma política fiscal que estimule a tesouraria das empresas e o investimento, condições essenciais para um crescimento robusto, que permita a Portugal recuperar convergindo para a média da União Europeia".

"São fundamentais medidas que estimulem a produtividade, que deem estabilidade ao sistema fiscal (com exceção de poucas com impacto significativo) e que apoiem o desenvolvimento do mercado de capitais como fonte de captação de poupança para o investimento", concorda o economista João Duque.
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