Se o BCE não fizesse nada, "inflação ficaria acima" dos 2% até 2028, diz Lagarde
Não foi preventiva, nem um seguro. A líder do Banco Central Europeu defendeu a subida das taxas de juro, considerando que era um decisão "muito óbvia" para evitar que inflação ficasse acima do objetivo no médio prazo. Sobre próximas decisões, Christine Lagarde mantém modus operandi e diz: "Que sera, sera".
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Com a subida dos preços dos produtos energéticos com o conflito do Médio Oriente a alastrarem-se já à generalidade dos bens e da economia, a presidente do Banco Central Europeu (BCE) disse que subir as taxas de juro foi uma decisão "muito óbvia" e que não o fazer manteria a inflação acima dos 2% no médio prazo.