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"É uma boa notícia". Marcelo aplaude vacinação de crianças a partir dos 5 anos

Presidente da República diz que é "uma boa notícia" a aprovação da vacina contra a covid-19 para crianças a partir dos cinco anos, por parte da Agência Europeia do Medicamento. Medida vai obrigar a reforço das estruturas de vacinação, alerta.

Rodrigo Antunes/Lusa
Joana Almeida JoanaAlmeida@negocios.pt 25 de Novembro de 2021 às 13:26
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O Presidente da República referiu esta quinta-feira que é "uma boa notícia" a aprovação da vacina contra a covid-19 para crianças a partir dos cinco anos, por parte da Agência Europeia do Medicamento (EMA). Marcelo Rebelo de Sousa alertou, no entanto, para a necessidade de se reforçarem as estruturas de vacinação no país.

"É uma boa notícia, porque os números mostram que uma camada em que se tem registado uma subida dos números de contágios é a das crianças não vacinadas. É uma notícia que obriga a um reforço suplementar, mas cá estamos nós para o fazer", disse Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações aos jornalistas após a aprovação da EMA.

Conforme foi comunicado esta manhã, a EMA deu 'luz verde' à inoculação com a vacina da Pfizer contra a covid-19 em crianças entre os 5 aos 11 anos de idade. A dose de Comirnaty administrada às crianças nessas faixas etárias será, contudo, inferior à utilizada em crianças com 12 ou mais anos de idade. 

Marcelo Rebelo de Sousa frisou que as autoridades de saúde nacional "tinham mostrado abertura" para avançar com a vacinação de crianças a partir dos 5 anos, mas estavam à espera da aprovação do regulador europeu. Salientou ainda que a medida vai obrigar o país a "reforçar as estruturas de vacinação" contra a covid-19.

O anúncio surge no mesmo dia em que o Governo deverá anunciar medidas restritivas com vista a travar a escalada de novos casos de covid-19 no país. Sobre isso, Marcelo Rebelo de Sousa reiterou que é preciso "equilíbrio".

"Por um lado, não deixar de haver bom senso e juízo no cumprimento de regras sanitárias fundamentais. Por outro, que a vida continua, com bom senso. Não devemos entrar em medos, temores e angústias, porque felizmente não há comparação entre  os números desta época e os da anterior", sublinhou. 

Ainda sobre a polémica declaração da ministra da Saúde, Marta Temido, de que a "resiliência" é um fator tão importante como a "competência técnica" na contratação de novos médicos para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), Marcelo Rebelo de Sousa afirmou: "Não perco um minuto com querelas sobre aquilo que não existe".
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