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Governo vai reforçar vacinação devido à aproximação do Inverno e do Natal

Com o Inverno e a época dos convívios festivos à porta, António Costa considera crucial acelerar o esforço de vacinação no país para travar o número de contágios. "A vacinação tem-nos permitido salvar vidas", sublinha.

O primeiro-ministro, António Costa, explicou que haverá três regras gerais para a reabertura do país.
Miguel A. Lopes/Lusa
Joana Almeida JoanaAlmeida@negocios.pt 25 de Novembro de 2021 às 17:46
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O Governo anunciou esta quinta-feira que vai ser reforçada a vacinação contra a covid-19 nos próximos dias, tendo em conta a aproximação do Inverno e a época dos convívios festivos. O primeiro-ministro, António Costa, destacou os benefícios da vacinação e referiu que, até 19 de dezembro, espera concluir uma nova etapa de vacinação.

"A vacinação vale a pena. É, por isso, que a primeira medida que temos de tomar é reforçar o esforço de vacinação. E esse esforço prossegue já com a administração de uma dose de reforço para as pessoas que já elegíveis", referiu o primeiro-ministro, na apresentação das novas medidas para travar a covid-19. 

No grupo de pessoas a quem será administrada a dose reforço constam adultos mais de 65 anos e que tiveram segunda dose há cinco meses, pessoas que por prescrição médica devem ter a vacinação, quem esteve infetado e recuperou há mais de 150 dias e quem tem mais de 50 anos e foi vacinado há mais de cinco meses com a vacina da Janssen. 

"Temos o plano de vacinação definido e em curso. Todos estes estarão vacinados até ao dia 19 de dezembro", assegurou António Costa.

O líder do Executivo elogiou o "esforço e elevadíssimo sentido cívico" dos portugueses, que contribuiu para que Portugal seja "o país da Europa que tem a mais elevada taxa de vacinação". Face a isso, há "consequências benéficas", como "um menor número de internamentos e internamentos na unidades de cuidados intensivos", bem como "menos óbitos".

"A vacinação tem-nos permitido salvar vidas, diminuir o número de pessoas infetadas e assegurar que cada pessoa infetada tem tido, em regra, uma doença de menor gravidade", acrescentou.

Portugal prepara-se para "fase de maior risco"
O primeiro-ministro referiu ainda que é preciso ter "consciência" de que o país vai "entrar numa fase de maior risco", tendo em conta o "crescimento significativo da pandemia na Europa", a aproximação do Inverno e do frio "que é propício ao aumento de infeções respiratórias", e a aproximação do Natal e passagem de ano.

"Por este conjunto de razões, temos vindo a verificar um agravamento de novos casos em Portugal. Desde 29 de setembro, quando foi eliminada generalidade de restrições que vigoravam, temos vindo a fazer uma progressiva evolução, que nos coloca desde há três dias acima da linha vermelha de mais de 240 casos por 100 mil habitantes", afirmou.
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