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Rui Rio critica "medida totalitária de perfil marxista" de suspender aulas à distância nas escolas privadas

O líder do PSD recorreu à rede social twitter para criticar a decisão do Governo de proibir as escolas privadas de continuarem com o ensino através de meios digitais. Rui Rio diz que a medida é "a esquerda no seu pior".

Vicente Lourenço vicentelourenco@negocios.pt 22 de Janeiro de 2021 às 14:49
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Rui Rio recorreu esta sexta-feira à rede social twitter para criticar o Governo pela decisão de proibir as escolas privadas de continuarem com as aulas através dos meios digitais. 

"A proibição de aulas digitais no ensino privado é uma medida totalitária de perfil marxista", começou por escrever o líder social democrata, acrescentando que "nada tem a ver com a defesa do interesse público, muito menos com a defesa da saúde pública".

"É a esquerda no seu pior", termina a mensagem publicada no twitter.

Recorde-se que ontem o Executivo decretou a "suspensão das atividades educativas e letivas (...) de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, a partir do dia 22 de janeiro e, pelo menos, até ao dia 5 de fevereiro".

Depois de alguns colégios privados terem manifestado a intenção de continuar com o ensino, recorrendo a meios digitais, Tiago Brandão Rodrigues especificou que a medida abragia também o ensino particular.

"Não há exceções", frisou o ministro da Educação, criticando em seguida a atitude dos privados. "Este ziguezaguear, não digo oportunismo, mas espreitar sempre à exceção ou tentar fazer diferente é o que nos tem causado tantos problemas em termos societais."

Ja esta sexta-feira, Tiago Brandão Rodrigues afirmou que o ensino presencial é prioritário e que é preciso evitar "uma sobrevalorização do ensino à distância" após a pandemia da covid-19.

Questionado sobre colégios privados que continuam a dar aulas à distância ou a receber alunos para exame, Brandão Rodrigues afirmou que "as regras são claras e é importante que todos os alunos, se assim for possível, possam compensar o tempo de interrupção".

"Queremos que os alunos da escolaridade obrigatória, independentemente do subsistema de ensino, possam ter o direito de ter aulas presenciais, as que são possíveis de acomodar, e nesta altura do ano ainda temos essa possibilidade", afirmou.
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