É oficial: valor mínimo do subsídio de desemprego sobe para 509 euros a 1 de janeiro
Medida tinha sido aprovada em Conselho de Ministros e foi esta quinta-feira publicada em Diário da República. Governo torna, assim, permanente forma de calcular o valor mínimo do subsídio de desemprego. Ao longo do último ano, abrangeu cerca de 175 mil pessoas.
O valor mínimo para o subsídio de desemprego vai mesmo aumentar para os 509 euros, a partir de 1 de janeiro de 2022. Após ter sido aprovada na reunião do Conselho de Ministros da semana passada, a medida foi esta quinta-feira publicada em Diário da República e irá abranger todos os desempregados que recebiam o salário mínimo.No decreto-lei agora publicado, o Governo determina que o montante mensal do subsídio de desemprego será "majorado de forma a atingir o valor mínimo correspondente a 1,15 IAS [Indexante dos Apoios Sociais]". Ou seja, como o IAS irá aumentar para 443,2 euros em 2022, o subsídio de desemprego mínimo será de 509,68 euros. Este montante será atribuído a todos os desempregados cujas "remunerações que serviram de base ao cálculo do subsídio de desemprego correspondam, pelo menos, ao valor da remuneração mínima mensal garantida". Na prática, o Governo torna, assim, permanente forma de calcular o valor mínimo do subsídio de desemprego que foi implementada, de forma temporária, durante a pandemia. Ou seja, o subsídio de desemprego mínimo passa, com esta medida, a ser "calculado em percentagem do valor do indexante dos apoios sociais". A medida estava prevista na proposta de Orçamento do Estado para 2022, que acabou por ser chumbada. Considerando que a medida em causa "não podia esperar", a ministra do Trabalho e da Segurança Social, Ana Mendes Godinho, decidiu avançar na mesma com este "reforço da proteção social na eventualidade de desemprego". Segundo a ministra Ana Mendes Godinho, a medida "abrangeu, ao longo do último ano, cerca de 175 mil pessoas".
Este montante será atribuído a todos os desempregados cujas "remunerações que serviram de base ao cálculo do subsídio de desemprego correspondam, pelo menos, ao valor da remuneração mínima mensal garantida".
Na prática, o Governo torna, assim, permanente forma de calcular o valor mínimo do subsídio de desemprego que foi implementada, de forma temporária, durante a pandemia. Ou seja, o subsídio de desemprego mínimo passa, com esta medida, a ser "calculado em percentagem do valor do indexante dos apoios sociais".
A medida estava prevista na proposta de Orçamento do Estado para 2022, que acabou por ser chumbada. Considerando que a medida em causa "não podia esperar", a ministra do Trabalho e da Segurança Social, Ana Mendes Godinho, decidiu avançar na mesma com este "reforço da proteção social na eventualidade de desemprego".
Segundo a ministra Ana Mendes Godinho, a medida "abrangeu, ao longo do último ano, cerca de 175 mil pessoas".