No seu primeiro discurso de 10 de junho, o Presidente da República deixou (e bem) duas mensagens sobre temas que têm agitado a política. Numa alusão à reforma laboral referiu disse ser necessário que os “salários que reflitam a produtividade e a qualificação dos trabalhadores” e de forma mais abrangente desafiou o Governo (e também a oposição) a defenderem o interesse de longo prazo.
O valor da palavra do Presidente dos EUA é cada vez menor. Já poucos lhe dão crédito, percebendo que ele altera a sua opinião com uma rapidez superior à que o comum dos mortais muda de camisa. Na terça-feira, um acordo de paz com o Irão estava por horas, na quarta-feira afinal não estava e os iranianos, garantiu, vão “pagar o preço” por demorar demasiado”. Hoje dirá outra coisa. A reputação dos EUA está pelas ruas da amargura.
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