Miguel Maya fecha mais um mandato de quatro anos à frente do BCP com um lucro recorde de 1.018 milhões de euros em 2025. Além disso, conseguiu reestruturar o banco e valorizar as ações para um patamar próximo de 1 euro. A capitalização bolsista do BCP situa-se já acima dos 13 mil milhões de euros. Por tudo isso, é de sublinhar o papel do banqueiro na transformação da vida da instituição.
O secretário de EstadoAdjunto e do Orçamento marcou presença num evento do Banco de Fomento e o tema do impacto financeiro causado pelas tempestades foi inevitável. O governante, em vez de tentar escapar ao tema, foi claro ao assumir que “a margem orçamental tenderá a ser consumida pelos apoios às vítimas”. A transparência nem sempre surge no discurso político, pelo que é de elogiar a postura de Brandão de Brito.
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