Automóvel General Motors acusa Fiat e sindicato UAW de corrupção

General Motors acusa Fiat e sindicato UAW de corrupção

A dona da Chevrolet acusou a Fiat e os seus antigos diretores de corromperem a união sindical United Auto Workers para o favorecimento nos contratos negociados com os trabalhadores.
General Motors acusa Fiat e sindicato UAW de corrupção
Reuters
Negócios 20 de novembro de 2019 às 18:29

A norte-americana General Motors, dona de marcas como a Chevrolet, GMC ou Cadillac, apresentou um processo federal contra a Fiat Chrysler e os seus antigos diretores, acusando a fabricante automóvel de corromper o sindicato dos trabalhadores do setor, a United Auto Workers, em troca de termos contratuais mais favoráveis para os seus trabalhadores.  

"Este processo visa responsabilizar a Fiat Chrysler pelos danos que as suas ações causaram à nossa empresa e garantir condições equitativas no futuro", disse Craig Glidden, conselheiro geral da GM, num comunicado partilhado pela empresa.

Acrescentou que "a Fiat Chrysler teve claras irregularidades generalizadas, pagando milhões de dólares em subornos para obter benefícios, concessões e vantagens na negociação, implementação e administração de acordos contratuais com os trabalhadores ao longo do tempo".

A General Motors disse que a Fiat Chrysler corrompeu os acordos entre a empresa e o sindicato em 2009,2001 e 20015, ao pagar milhões de dólares em subornos.

Este processo surge numa altura delicada para a Fiat, que está a trabalhar numa fusão com a francesa PSA e atualmente negoceia um contrato de quatro anos com o sindicato.  

As ações da General Motors hoje caíram mais de 2% e as da Fiat Chrysler perderam 3%.




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