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Bankinter rejeita criação de "banco mau" para Portugal

O CEO do Bankinter rejeita a criação de um "banco mau" para absorver os activos tóxicos de vários bancos portugueses. Carlos Brandão diz acreditar na capacidade de gestão dos banqueiros portugueses.

Miguel Baltazar/Negócios
Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 13 de Julho de 2016 às 12:08
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"Não sou defensor da criação de um banco mau", afirmou durante a conferência anual do Negócios, com o tema "(r)evolução digital", esta terça-feira, 13 de Julho, em Lisboa.

 

"Temos vivido tantos acontecimentos em tão curto espaço de tempo, que acredito possam ser influenciadores para que as empresas não tomem opções de investimento", resumiu, lembrando contudo que Portugal é um país "pequeno e seguro" a nível bancário.

 

"Os bancos estão a transformar-se, apesar de todas estas dificuldades iniciais. Cada vez vemos mais a banca a ter soluções inovadoras", aponta.

 

O crescimento dos níveis de confiança dos consumidores, agora impulsionados com a vitória do Euro 2016 pela Selecção Portuguesa de futebol, abrem margem para que a banca se abra agora a novos investimentos. "Este optimismo futuro é essencial para que a banca possa fazer investimentos", denota.

 

O Bankinter comprou a rede portuguesa do Barclays no início de 2016.

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