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Centeno garante que a resolução do Banif é "o preço menor"

O ministro das Finanças voltou a sublinhar que foi a acção do Governo de António Costa que permitiu pôr fim a três anos de inacção.

Miguel Baltazar/Negócios
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 23 de Dezembro de 2015 às 10:28
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Sem liquidação do Banif. Esta foi a palavra de ordem de Mário Centeno no caso do banco sediado no Funchal. Daí que tenha havido resolução.

 

"Aquela que não era solução era a liquidação", frisou o ministro das Finanças no debate do Orçamento Rectificativo. E a resolução, apesar de ter custos que podem mobilizar 3.001 mil milhões de euros públicos (2.255 milhões são certos na venda ao Santander Totta, descontados de 150 milhões de euros pagos na transacção).

 

Na sua intervenção inicial, Mário Centeno contou a história do banco, mencionando que houve pressão para arranjar uma solução para a instituição, nomeadamente pela Comissão Europeia, que queria uma reestruturação devido à injecção de 1,1 mil milhões de euros em 2012. Além disso, o governante falou também no facto de o Banco Central Europeu anunciar que ia, a partir de 21 de Dezembro de 2015, de reconhecer o Banif como contraparte.


"O Banif não podia esperar mais", disse Centeno aos deputados, pelo que a venda, no contexto de resolução, com dinheiro público, é o "preço menor".

 

O Orçamento Rectificativo de 2015 proposto pelo Governo de António Costa vai aumentar os níveis de endividamento máximo do Estado para acomodar os encargos com a resolução do Banif.

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