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Imóveis arrestados no caso GES valem 175 milhões

Depois do Tribunal da Relação de Lisboa ter negado levantar o arresto da Casa da Saudade a José Manuel Espírito Santo, o Jornal de Notícias mostra a escala do património envolvido no caso.

José Manuel Espírito Santo
Bruno Simão/Negócios
Negócios jng@negocios.pt 03 de Fevereiro de 2017 às 09:41
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Os imóveis arrestados a antigos administradores do Grupo Espírito Santo estão avaliados em 175 milhões de euros. A notícia faz capa na edição desta sexta-feira, 3 de Fevereiro, do Jornal de Notícias.

A publicação recorda que o arresto se deu há quase dois anos, incluindo a Casa da Saudade, em Cascais, no nome de José Manuel Espírito Santo (na foto). Esta quinta-feira, 2 de Fevereiro, a agência Lusa noticiava que o Tribunal da Relação de Lisboa rejeitou o pedido de levantamento do arresto a este imóvel.


Os juízes concluíram que o Ministério Público teve legitimidade para arrestar a Casa da Saudade – Administração de Bens Imóveis SA, ao considerar que o antigo administrador e arguido era o verdadeiro dono do bem.


O Jornal de Notícias escreve que, além deste imóvel, o Gabinete de Recuperação de Activos da Polícia Judiciária aprendeu mais património imobiliário a José Manuel Espírito Santo, primo de Ricardo Salgado, e outros suspeitos, praticamente todos administradores do Grupo Espírito Santo.


São centenas de casas e terrenos, num valor que supera os 175 milhões de euros tendo em conta os valores da matriz, que tendem a ser inferiores ao praticado no mercado, concretiza o jornal.


Em 2015, o juiz Carlos Alexandre mandou o Gabinete de Recuperação de Activos da Polícia Judiciária apreender prédios até ao valor de 1,2 mil milhões de euros. O Jornal de Notícias relembra que são cerca de 500 prédios, muitos dos quais na Herdade da Comporta.

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