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Febase quer salvar maior número possível de postos de trabalho no Novo Banco

O Novo Banco confirmou esta quinta-feira que a reestruturação implica a saída de até 500 funcionários em 2016. A Federação do Sector Bancário já reagiu e quer tentar salvar maior número possível de postos de trabalho.

Reuters
Liliana Borges LilianaBorges@negocios.pt 25 de Fevereiro de 2016 às 23:17
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A administração do Novo Banco anunciou esta quinta-feira, 25 de Fevereiro, que irá proceder a uma redução de cerca de até 500 funcionários em 2016. A decisão integra a necessidade de reestruturação da entidade acordado entre a gestão do Novo Banco e Direcção-Geral de Concorrência Europeia, que previa a redução de mil funcionários.
 
A Federação do Sector Bancário (Febase) já reagiu em comunicado e garante que vai tentar "salvaguardar o maior número possível de postos de trabalho no Novo Banco e defender os seus trabalhadores." Os sindicatos adiantam ainda que foram feitas "propostas no sentido de minimizar os efeitos negativos do processo para os trabalhadores, ficando a aguardar o agendamento de nova reunião para debatê-las".

No comunicado da Febase, filiada na União Geral dos Trabalhadores, pode ler-se que o Novo Banco já começou a negociar a saída de alguns funcionários por acordo, através de rescisões e reformas antecipadas, "prevendo a redução total de cerca de mil postos de trabalho – sendo que uma parte significativa deste objetivo já foi alcançado".

A nota termina com o reforço da disponibilidade dos sindicatos e os respetivos serviços jurídicos para prestarem esclarecimentos aos trabalhadores.

O Novo Banco tinha anunciado esta quarta-feira prejuízos no valor de 980,6 milhões de euros em 2015.

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