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Ramalho vê mais diferenciação do que consolidação na banca em Portugal

António Ramalho sublinha que a banca portuguesa tem mantido uma posição estável em termos dos maiores bancos do sistema e que essa concorrência tem favorecido os clientes.  

Miguel Baltazar/Negócios
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 29 de Novembro de 2018 às 13:41

Vem aí muito trabalho para os consultores. Quem o avisou foi António Ramalho, presidente executivo do Novo Banco. Isto porque, acredita o gestor, haverá muito trabalho na definição de modelos de negócio no sector.

 

"Não vejo tanto consolidação, mas muito mais diferenciação", aventou o líder do Novo Banco no Fórum Banca, evento organizado pelo Jornal Económico e pela PwC, que se realizou esta quinta-feira, 29 de Novembro, em Lisboa.

 

"Vamos encontrar os nossos modelos de diferenciação", acredita António Ramalho, depois de o presidente da Associação Portuguesa de Bancos, Fernando Faria de Oliveira, ter dito que a especialização é uma das saídas dos bancos para enfrentar as dúvidas do futuro.

 

Em relação à consolidação, António Ramalho diz que o sistema português não compara mal com o europeu, tendo cinco grandes bancos, e ressalvou que esse número se tem mantido estável ao longo dos anos.

 

"O sistema não compara mal. Permite uma elevada concorrência na satisfação das necessidades do cliente", adiantou António Ramalho.

 

 

 

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