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Maya diz que futuro do BCP depende da capacidade de inovar

"O nosso futuro não depende da defesa das ideias do passado. O futuro depende da nossa capacidade de inovar e apresentar novas soluções aos clientes”, considera Miguel Maya, que recusa ver a inovação financeira como uma "intrujice".

Pedro Catarino
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 29 de Novembro de 2018 às 13:53

O futuro do Banco Comercial Português passa pela aposta na inovação. Esta é a mensagem central passada pelo seu presidente executivo, Miguel Maya.

"O nosso futuro não depende da defesa das ideias do passado. O futuro depende da nossa capacidade de inovar e apresentar novas soluções aos clientes", disse Miguel Maya, no Fórum Banca, evento organizado pelo Jornal Económico e pela PwC, que teve lugar esta quinta-feira, 29 de Novembro, em Lisboa.

A busca pela inovação é conseguida pela atracção de "talento". "Tem muito que ver com pessoas para sermos um banco inovador". "Garantir que conseguimos atrair talento para dentro do BCP", continuou.

Miguel Maya recusa que a inovação tenha sido o que levou à crise financeira de há uma década, quando os empréstimos de má qualidade, e a sua alocação, levaram à crise conhecida como "sub-prime". "Não vemos a inovação financeira como uma intrujice", disse.

A inovação pode ser ajudada pelas fintech, empresas tecnológicas que prestam serviços financeiros, mas também sublinha que não são elas que trazem soluções milagrosas. "Nunca foi um tema tecnológico que nos impediu de abrir uma conta em dois minutos", atirou.

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