Trabalhar no Goldman Sachs? Tente Harvard. É mais fácil
As portas dos gigantes da banca de investimento não são fáceis de passar. Apenas 3% consegue atingir o feito. O número conta já com os estágios de Verão.
Conseguir um emprego no Goldman Sachs "é um fenómeno mais raro do que receber uma carta de entrada na Universidade de Harvard". Quem o diz é o CEO do banco de investimento, Lloyd Blankfein.
Os números comprovam-no. Numa apresentação em Miami esta terça-feira, 9 de Fevereiro, a gigante do investimento anunciou que apenas 3% dos candidatos conseguiu arranjar emprego na sua estrutura. São 9.700 "sortudos" entre 313 mil candidatos. O número integra já os estágios de Verão.
Por sua vez, a Universidade de Harvard – universidade americana vista como uma das mais exigentes do mundo – envia cartas com um retorno positivo a apenas 5,3% dos seus candidatos.
Se o Goldman Sachs é difícil, a Morgan Stanley não lhe fica atrás. Segundo a agência Bloomberg, o banco de investimento tem uma taxa de aceitação abaixo de 2% para o cargo de analista durante o Verão.
Desde 2012, o número de empregados na Goldman Sachs aumentou 11%. Nesse ano, o rácio de aceitação também era de 3%. As candidaturas é que eram menos: 267 mil.