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Trabalhar no Goldman Sachs? Tente Harvard. É mais fácil

As portas dos gigantes da banca de investimento não são fáceis de passar. Apenas 3% consegue atingir o feito. O número conta já com os estágios de Verão.

10 de Fevereiro de 2016 às 19:30

Conseguir um emprego no Goldman Sachs "é um fenómeno mais raro do que receber uma carta de entrada na Universidade de Harvard". Quem o diz é o CEO do banco de investimento, Lloyd Blankfein.

Os números comprovam-no. Numa apresentação em Miami esta terça-feira, 9 de Fevereiro, a gigante do investimento anunciou que apenas 3% dos candidatos conseguiu arranjar emprego na sua estrutura. São 9.700 "sortudos" entre 313 mil candidatos. O número integra já os estágios de Verão.

Por sua vez, a Universidade de Harvard – universidade americana vista como uma das mais exigentes do mundo – envia cartas com um retorno positivo a apenas 5,3% dos seus candidatos.

Se o Goldman Sachs é difícil, a Morgan Stanley não lhe fica atrás. Segundo a agência Bloomberg, o banco de investimento tem uma taxa de aceitação abaixo de 2% para o cargo de analista durante o Verão.

Desde 2012, o número de empregados na Goldman Sachs aumentou 11%. Nesse ano, o rácio de aceitação também era de 3%. As candidaturas é que eram menos: 267 mil.

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