Transferências imediatas mais baratas destronaram as feitas a crédito
Regulação que forçou os bancos a não cobrarem mais nas operações que colocam o dinheiro na conta do destinatário em 10 segundos levou a queda a pique no uso das transferências a crédito.
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As transferências imediatas são agora o “novo normal” no envio de dinheiro entre contas bancárias. Disponível há vários anos, estas transferências, que demoram um máximo de 10 segundos a chegar à conta do destinatário, tinham, até ao final de 2024, um custo muito superior ao das normais. No arranque de 2025, por imposição regulatória, os bancos deixaram de poder cobrar mais por estas operações do que pelas “normais” – a crédito – e, sem surpresa, a sua utilização disparou.