Vendas a retalho em novembro crescem 0,9% na Europa e 1,6% em Portugal
Em novembro o volume do comércio a retalho na União Europeia (UE) cresceu 0,9% relativamente a outubro. Olhando apenas para a Zona Euro, o crescimento foi de 0,8%. É o que indicam dados revelados pelo Eurostat esta sexta-feira.
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Comparando com 2021, porém, verificou-se uma diminuição de 2,4% na UE e de 2,8% se considerarmos apenas a Zona Euro. A estimativa é do Eurostat que, numa nota estatística lembra que em outubro as reduções das vendas a retalho tinham sido superiores a 1%.
Em Portugal, face a outubro as vendas a retalho aumentaram de 0,5% para 1,6%, bastante acima da média europeia, e em termos anuais diminui 2%, ligeiramente abaixo da média europeia.
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Na Zona Euro, em termos de variação mensal, as vendas a retalho aumentaram 1,6% em produtos não alimentares e 1% no caso de combustíveis automóveis, ao passo que diminuiu cerca de 0,9% em comida, bebidas e tabaco. Já na União Europeia, em novembro de 2022 relativamente a outubro, o volume de comércio a retalho cresceu 1,6% em produtos não alimentares, 0,8% em combustíveis automóveis e diminuiu 0,6% em comida, bebidas e tabaco.
Os maiores aumentos mensais do volume de comércio a retalho verificaram-se em Espanha (3,6%), Polónia (2,6%) e Suécia (2,3%). Já entre os que mais desceram estão o Luxemburgo (-2%), França e Croácia (ambos -1%) e a Eslovénia (-0,5%).
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Numa análise anual, na Zona Euro, em novembro do ano passado, as vendas a retalho diminuíram 4,6% no setor da comida, bebidas e tabaco e 2,3% em produtos não alimentares, ao passo que cresceu 4,4% em combustíveis automóveis.
Na UE, também em termos anuais, o comércio a retalho registou uma redução de 4% em alimentos, bebidas e tabaco e 2,2% em produtos não alimentares. No caso dos combustíveis automóveis aumentou 5,2%.
Numa comparação anual, as maiores diminuições anuais no volume total do comércio a retalho foram registadas na Dinamarca (-7,4%), Bélgica (-6%) e Alemanha (-5,7%). Por sua vez, Letónia (10,7%), Eslovénia (7,5%) e Polónia (5,7%) foram os países com maiores crescimentos.
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